Tite traça estratégia para diminuir ações de Messi, mas alerta: 'Craque não neutralizamos'
Camisa 10 da Argentina deve ter atenção especial no clássico com o Brasil
Camisa 10 da Argentina deve ter atenção especial no clássico com o Brasil
O treinador brasileiro relembra experiências anteriores para explicar como deve ser o comportamento de uma equipe frente a jogadores acima da média.
"Quando eu estava no Caxias e íamos enfrentar o Grêmio com Ronaldinho, Zinho e companhia, pensei: o que vou fazer? Craque não se neutraliza: Neymar vai jogar, Messi vai jogar, Higuain, Coutinho, Marcelo, Zabaleta...”, diz.
Uma das saídas de Tite é encurtar os espaços para que Messi participe menos da partida. No entanto, não deu detalhes de como pretende evitar que o camisa 10 seja protagonista. “Não se para Neymar, não se para Messi. Pode-se diminuir o número de participações, mas é impossível pará-los. E o que eu vou fazer? Não vou dizer.”
Esta semana, em entrevista à imprensa de Buenos Aires, o atacante Lucas Pratto, do Atlético e da Seleção Argentina, disse que os brasileiros tinham medo de Messi. Tite evita rebater o jogador. Procurou entender o contexto da declaração. E deixa um recado: se eles têm Messi, o Brasil tem Neymar.
“A gente tem de ter cuidado para contextualizar, não sei, por ser espanhol. Fala uma coisa, repete outra e fica fora de contexto. Tem de saber a sua força e a força do adversário. Saber o que você tem de mais fraco e o que o adversário tem de mais fraco. Seria muito burro se não reconhecesse a qualidade do Messi, assim como a qualidade do Neymar.”
O Brasil vai enfrentar a Argentina com Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho, Renato Augusto e Philippe Coutinho; Neymar e Gabriel Jesus.
Diario de Pernambuco

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