Mesmo perdendo, Náutico é Série A
Com as improváveis derrotas de Vitória e Bragantino, que jogaram em casa, o Náutico perdeu para o Boa Esporte, por 2x1, em Varginha, mas confirmou a sua vaga na Série A de 2012
Do JC Online
Se os resultados teimaram em sair na rodada passada, ontem o futebol pregou mais uma de suas peças. Com as improváveis derrotas de Vitória e Bragantino, que jogaram em casa, o Náutico perdeu para o Boa Esporte, por 2x1, no Estádio Dilzon Melo, em Varginha, mas confirmou a sua vaga na Série A de 2012, com uma campanha para ninguém colocar defeito. Com o gol de Kieza, o de empate, o atacante, com 21 na competição, está mais perto da artilharia da competição. O Náutico faz o jogo da festa da classificação com a Ponte Preta, no próximo sábado, nos Aflitos.
Precisando apenas de um empate para chegar à Série A sem depender de outros resultados, os alvirrubros não procuraram usar sua progressão para dominar o Boa. Tocou muito de lado, esperando os mineiros para tentar algo apenas no contra-ataque. Num jogo como esse, qualquer falha pode ser fatal. Foi o que aconteceu. Aos 15, Carlos Magno escapou pela esquerda e cruzou no segundo pau. Peter bobeou e Valdo tocou para dentro da meta de Gideão.
O Náutico não se desesperou. Com os nervos no lugar, acertou a marcação na área – o Boa passou a apostar nas jogadas aéreas – e passou a ganhar espaço, dominar o meio de campo quando tinha a bola. Kieza aproveitou o bom momento, receveu na área, tirou a marcação e chutou cruzado, empatando o placar. Com a igualdade, a partida voltou a ficar em banho-maria. Lento, faltoso e truncado. Mas ao mesmo tempo, perigoso. Aos 38, por exemplo, num cruzamento de Voldo, Marques testou e Gideão salvou. Aos 42, foi a vez de Airton chutar forte e por muito pouco não fazer o seu gol.
Com apenas 37% de posse de bola no primeiro tempo, os alvirrubros mantiveram a cautela na etapa final. Faltando apenas 45 minutos para garantir o acesso, o Náutico postou-se com duas linhas de quatro, pensando nos contra-aatques. Ocorre que o Timbu passava mais tempo correndo atrás da bola do que articulando uma saída rápida que pudesse surpreender os adversários.
Faltava ao Náutico fazer o que fez aos 17. Derley intercepctou uma bola, triangulou no meio de campo com Eduardo Ramos, que tocou para Rogério arrancar até a entrada da área do Boa e chutar. Quase Luiz Henrique deixa passar.
O jogo ficou chato. E o Náutico, um dos mais interessados, com justiça, na igualdade encaixou a sua defesa e o Boa, por mais que tentasse furá-la, não conseguia. A verdade é que os mineiros não tinham jogadas no meio que permitissem achar buracos na defensiva alvirrubra. Aos 39, após Rogério perder um gol, o Boa passou a frente com Marques, após falha de Marlon. Mas aí já era tarde. E o Náutico comemorou a vaga na Sèrie A.
Precisando apenas de um empate para chegar à Série A sem depender de outros resultados, os alvirrubros não procuraram usar sua progressão para dominar o Boa. Tocou muito de lado, esperando os mineiros para tentar algo apenas no contra-ataque. Num jogo como esse, qualquer falha pode ser fatal. Foi o que aconteceu. Aos 15, Carlos Magno escapou pela esquerda e cruzou no segundo pau. Peter bobeou e Valdo tocou para dentro da meta de Gideão.
O Náutico não se desesperou. Com os nervos no lugar, acertou a marcação na área – o Boa passou a apostar nas jogadas aéreas – e passou a ganhar espaço, dominar o meio de campo quando tinha a bola. Kieza aproveitou o bom momento, receveu na área, tirou a marcação e chutou cruzado, empatando o placar. Com a igualdade, a partida voltou a ficar em banho-maria. Lento, faltoso e truncado. Mas ao mesmo tempo, perigoso. Aos 38, por exemplo, num cruzamento de Voldo, Marques testou e Gideão salvou. Aos 42, foi a vez de Airton chutar forte e por muito pouco não fazer o seu gol.
Com apenas 37% de posse de bola no primeiro tempo, os alvirrubros mantiveram a cautela na etapa final. Faltando apenas 45 minutos para garantir o acesso, o Náutico postou-se com duas linhas de quatro, pensando nos contra-aatques. Ocorre que o Timbu passava mais tempo correndo atrás da bola do que articulando uma saída rápida que pudesse surpreender os adversários.
Faltava ao Náutico fazer o que fez aos 17. Derley intercepctou uma bola, triangulou no meio de campo com Eduardo Ramos, que tocou para Rogério arrancar até a entrada da área do Boa e chutar. Quase Luiz Henrique deixa passar.
O jogo ficou chato. E o Náutico, um dos mais interessados, com justiça, na igualdade encaixou a sua defesa e o Boa, por mais que tentasse furá-la, não conseguia. A verdade é que os mineiros não tinham jogadas no meio que permitissem achar buracos na defensiva alvirrubra. Aos 39, após Rogério perder um gol, o Boa passou a frente com Marques, após falha de Marlon. Mas aí já era tarde. E o Náutico comemorou a vaga na Sèrie A.
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