Não tem mala que segure o Sport
Rubro-negros não se importam com incentivos oferecidos aos jogadores do Vila Nova. Valor chegaria na casa do R$ 1,5 milhão
Diario de Pernambuco
O Sport está muito perto da vaga na Série A. Os resultados contribuíram, o Leão fez a parte dele e chegou ao G4. Para confirmar o acesso, precisa da vitória sobre o Vila Nova, sábado, no estádio Serra Dourada. Um adversário teoricamente já batido, rebaixado desde a 35ª rodada, que afastou os jogadores mais experientes do grupo e vem priorizando a entrada de garotos da base. A facilidade, porém, fica restrita à teoria.
Isso porque um novo e poderoso ingrediente foi colocado nessa disputa. Com outras equipes interessadas no tropeço rubro-negro, as informações que circulam nos bastidores dão conta de que muito dinheiro está em jogo. Fala-se até em R$ 1,5 milhão para os jogadores do Vila Nova em caso de sucesso diante do Sport. E por sucesso entenda-se até mesmo o empate! São as chamadas “malas brancas”, incentivos para um time ganhar do outro.
Os emissores das malas direcionadas para o Vila Nova são aqueles times que precisam do resultado ruim do Sport para chegar à Série A. Bragantino e Vitória seriam os principais “investidores”. Mas a rivalidade local parece ter entrado na disputa. Especula-se que até o Náutico, já garantido na elite, estaria oferecendo sua contribuição para incentivar o time goiano. Nada é confirmado oficialmente. Os dirigentes negam veementemente.
As notícias de malas brancas para o Vila Nova já chegaram à diretoria do Sport, inclusive do possível incentivo do rival Náutico. A palavra oficial é que nada disso preocupa e que o foco está mantido dentro de campo. “Isso não nos interessa. Não estamos preocupados com esse tipo de prática. O incentivo para o outro time, não temos nada com isso. Temos que chegar lá e vencer”, afirmou o presidente Gustavo Dubeux.
Os jogadores também já ficaram sabendo dos incentivos que poderão chegar ao Vila Nova, mas garantem estar cientes de que dependem apenas do trabalho deles e que nem isso vai impedi-los de conquistar o acesso à Série A. “Não tenha dúvidas de que isso vai acontecer. Por isso temos que entrar determinados. Ainda mais por tudo o que aconteceu na competição. Eles podem mandar, 10, 20, R$ 30 milhões que não vai adiantar. A gente tem que entrar e comer grama, porque o sofrimento foi grande para chegar aqui”, afirmou o meia Róbston.
Isso porque um novo e poderoso ingrediente foi colocado nessa disputa. Com outras equipes interessadas no tropeço rubro-negro, as informações que circulam nos bastidores dão conta de que muito dinheiro está em jogo. Fala-se até em R$ 1,5 milhão para os jogadores do Vila Nova em caso de sucesso diante do Sport. E por sucesso entenda-se até mesmo o empate! São as chamadas “malas brancas”, incentivos para um time ganhar do outro.
Os emissores das malas direcionadas para o Vila Nova são aqueles times que precisam do resultado ruim do Sport para chegar à Série A. Bragantino e Vitória seriam os principais “investidores”. Mas a rivalidade local parece ter entrado na disputa. Especula-se que até o Náutico, já garantido na elite, estaria oferecendo sua contribuição para incentivar o time goiano. Nada é confirmado oficialmente. Os dirigentes negam veementemente.
As notícias de malas brancas para o Vila Nova já chegaram à diretoria do Sport, inclusive do possível incentivo do rival Náutico. A palavra oficial é que nada disso preocupa e que o foco está mantido dentro de campo. “Isso não nos interessa. Não estamos preocupados com esse tipo de prática. O incentivo para o outro time, não temos nada com isso. Temos que chegar lá e vencer”, afirmou o presidente Gustavo Dubeux.
Os jogadores também já ficaram sabendo dos incentivos que poderão chegar ao Vila Nova, mas garantem estar cientes de que dependem apenas do trabalho deles e que nem isso vai impedi-los de conquistar o acesso à Série A. “Não tenha dúvidas de que isso vai acontecer. Por isso temos que entrar determinados. Ainda mais por tudo o que aconteceu na competição. Eles podem mandar, 10, 20, R$ 30 milhões que não vai adiantar. A gente tem que entrar e comer grama, porque o sofrimento foi grande para chegar aqui”, afirmou o meia Róbston.
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