terça-feira, 10 de abril de 2012

SANTA CRUZ - FICOU PRA TRAZ

Carlinhos Bala quer esquecer polêmica com Mazola Júnior

Atualmente no Santa Cruz, jogador teve atrito com o técnico do Sport quando foi dispensando da equipe rubro-negra. Domingo, eles se enfrentam


Quando se fala em clássicos pernambucanos, um nome sempre vem à mente do torcedor. Carlinhos Bala é o único jogador em atividade, no estado, que já vestiu a camisa do Trio de Ferro da capital (Náutico, Santa Cruz e Sport). Mas nem só com gols se pode contar a história de Bala nesses confrontos. Sem “papas na língua”, ele já se envolveu em diversas polêmicas, sendo a última delas quando foi dispensado do Sport, no início da Série B 2011.

Com o aval do técnico Mazola Júnior, que havia assumido a equipe rubro-negra na ocasião, Carlinhos Bala foi mandado embora do clube e retrucou. “Aquilo é um bosta. Nem técnico ele é. Ele é treinador de juniores. O que ele ganhou? Nada”. No domingo, às 16h, na Ilha do Retiro, Bala reencontrará pela primeira vez o Sport desde que saiu do time. No caminho, também verá Mazola Júnior.

- Quero passar uma borracha no passado. Não tenho nada contra o Mazola, mas o que eu falei está falado. Hoje estou mais maduro e quero sair desse lance de polêmica antes dos clássicos. Não adianta querer entrar neste jogo com a cabeça voltada para isso. Agora é bola para frente, esquecer o que passou e entrar tranquilo para mais um clássico na minha carreira.
Com sua contratação sendo bancada por Zé Teodoro, Carlinhos Bala se disse feliz com o recomeço no Santa Cruz. Além de querer ser campeão pernambucano, o jogador tem o desejo de ajudar o Tricolor a voltar à Primeira Divisão.

- Estamos fazendo um bom campeonato e eu espero que isso se mantenha para toda a temporada. Tenho contrato com o Santa Cruz até o final do ano, mas meu desejo é continuar unido com o grupo e subir para a Série B, para quem sabe, depois, chegar à Série A.
Na goleada do Santa Cruz diante do América, no último domingo, Bala teve uma boa atuação jogando ao lado de Luciano Henrique no meio de campo. Para o “especialista em clássicos”, não importa a posição em que for escalado, e sim estar entre os 11 que vão para o jogo.

- Quem escala é o professor. Ele que vai analisar e decidir qual é a melhor formação para o nosso time. Aqui, no Santa Cruz, nós temos uma família. Tenho muito prazer em ir todo dia treinar no clube por causa do ambiente de alegria no qual a gente vive. Acredito que independente de quem for entrar no clássico irá desempenhar um bom pape
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