terça-feira, 19 de junho de 2012

NÁUTICO - FILOSOFIA CERTA


Pés no chão é seguido à risca no Timbu

        

O técnico Alexandre Gallo tem implementado a filosofia do agora. Ele não fala de futuro. Está dando certo, até o momento

 JC Online

Com um trabalho quase todo reformulado – técnico novo e saída de 17 atletas para chegada de 13 –, o Náutico tem uma passagem sóbria pela Série A, passadas cinco rodadas. O time reconhece suas dificuldades e limitações, tenta não se desesperar nos baques e, até o momento, constrói uma caminhada simples, pensando em engrenar do meio para frente na competição. Um prognóstico de quando a equipe vai jogar à maneira de Alexandre Gallo? Nem o próprio treinador cria expectativas. No momento, são duas vitórias, um empate e duas derrotas. Equilíbrio expresso pela 10ª posição, ali pela metade da tabela, com sete pontos. Não é o time mais sólido, mas marca sua posição sempre que pode.
"Não temos condição de estabelecer nada para o futuro. Somos o time do presente, por enquanto. Sofremos mudanças profundas. Mas, na nossa casa, nos últimos jogos, gostei da postura do time. A torcida é essencial. Todos têm erros, mas o importante é somar os pontos", contou o treinador.
A realidade é que, das quatro vezes que esteve na Série A, nos últimos 12 anos – entre 2000 e 2012 –, este início dos alvirrubros é melhor do que o de 2007, quando voltou a figurar entre os melhores, depois de 13 anos entre as quedas para as Séries B e C. Estar na elite é necessário para criar a casca de “time grande”. Por isso, mesmo carregando a pecha de rebaixável, os alvirrubros espalham o discurso da simplicidade, mas sem se entregar aos adversários, vencendo quando deve e procurando evoluir no meio do turbilhão que é a Série A.

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