Kieza luta por melhor média longe do Estado
Nos Aflitos ou em Pernambuco, o atacante tem sido fatal jgando pelo Náutico. Falta melhorar nos jogos fora de casa
Kieza está feliz da vida. Não é para menos. Retornou à antiga casa, fez dois gols na reestreia no Náutico, nos Aflitos, após sete meses de distância e se escalou para o resto do Brasileirão com a partida quase irretocável da última quarta-feira, no Aflitos, diante da Ponte Preta. O centroavante, no entanto, sabe que todo o glamour daquele jogo passou. E que, hoje, contra o Palmeiras, vai ter de se superar. E superação, no seu caso, significa fazer mais gols fora de casa do que tem marcado pelo Alvirrubro, nos últimos tempos.
Se Kieza foi o nome do Náutico também na Série B e na conquista da vaga para a elite nacional, marcando 21 gols, de todos as vezes que balançou as redes, fez apenas dois jogando longe dos Aflitos. Como não imaginou fazer dois gols na sua reestreia, tem qualidade para atuações mais letais também pelos campos do Brasil.
“Isso, na realidade, não me preocupa. Quando atuamos fora de casa, existe aí um outro contexto. O time joga de outra maneira. E o gol fora de casa vai acontecer naturalmente”, afirmou o jogador, que na Série B marcou no Goiás, no Olímpico, e no Guarani, no Brinco de Ouro da Princesa.
Kieza vai poder jogar ao lado de Araújo, o vice-artilheiro da competição, com cinco gols. Com Araújo, o ídolo da torcida alvirrubra, melhor jogador em campo contra a Ponte Preta, espera manter a média e marcar gols. “Jogar com Araújo é um prazer. Trata-se de um jogador com qualidade. E jogar com três atacantes é muito interessante, pois a atenção é dividida. Chegamos forte e com a intenção de fazer o melhor jogo possível para ajudar”, afirmou.
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