quarta-feira, 11 de julho de 2012

PERNAMBUCANOS NA VELOCIDADE


Seis garotos buscam título inédito para Pernambuco

Sexteto disputa a 47ª edição do Campeonato Brasileiro de Kart, a partir desta quinta (12), em Florianópolis

 JC Online

Desta vez, recai sobre os ombros de seis garotos – o mais novo tem seis anos e o mais velho nove – a missão de conquistar o primeiro título de Pernambuco em 47 anos de história do Campeonato Brasileiro de Kart, o mais tradicional da modalidade no País. Guilherme Belfort, Bruno Monte Filho, Bernardo Filho e Rogério Santos são os representantes estaduais no grid da cadete, enquanto Rafael Câmara e Arthur Luca no da mirim. O treino que define as posições de largada começa às 9h20 desta quinta-feira (12), no Kartódromo Beto Carreiro, em Florianópolis. As corridas estão marcadas para amanhã e sábado.
A 47ª edição do Campeonato Brasileiro é a maior da história, pelo menos, no que se refere ao número de inscritos. Em Florianópolis, serão 125 kartistas divididos em oito categorias: mirim, cadete, júnior menor, júnior, supercadete, shifter, super F-4 e sudam. Na maioria delas, por excesso de participantes, os treinos que definem o grid de largada já servirão também para eliminar os últimos colocados da competição.
“Em categorias com tantos pilotos, é preciso além do talento, um pingo de sorte. Pois um detalhizinho só pode alterar o resultado da prova. Mas garanto que, pela primeira vez, Pernambuco tem uma delegação capaz de brigar por esse título inédito”, disse o vice-presidente do Clube de Kart do Tamboril (CKT), Carlinhos Teixeira.

Os mais experientes da delegação pernambucana são Guilherme Belfort e Bruno Monte Filho. O primeiro larga para sua terceira participação no Brasileiro, enquanto o outro parte para a segunda. Os demais garotos são estreantes. “É minha primeira vez, mas não estou muito nervoso, apenas um pouco ansioso”, garantiu Bernardo.
Mais jovem do sexteto, com apenas seis anos, Rafael Câmara foi o que mais investiu na sua preparação, indo treinar nos principais kartódromos de São Paulo. “Foi uma decisão dos técnicos por conta do fato das pistas serem mais emborrachadas no Sul”, explicou o pai do garoto, Amaro Câmara.

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