Zé Teodoro é punido com dois jogos de suspensão
Técnico coral foi julgado por denúncia do árbitro do duelo contra o Treze
Zé Teodoro vai ficar fora do banco de reservas tricolor durante as duas próximas “decisões” no Arruda. O técnico do Santa Cruz sofreu dois jogos de suspensão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), em julgamento realizado na noite desta segunda-feira. O treinador, inclusive, esteve presente na sede da entidade, no Rio de Janeiro, para fazer a defesa. Apesar do lamento pelo resultado negativo, o comandante coral se livrou de um gancho muito mais pesado, que previa o afastamento de todo o restante da Série C, até caso a equipe chegue à final.
O treinador coral foi julgado pela atitude tomada contra o árbitro Manoel Nunes Lopo Garrido, durante o último duelo contra o Treze, dia 16 de setembro, em Campina Grande. O juiz relatou, em súmula, as seguintes declarações de Zé Teodoro: “Você já veio com tudo armado. Esta escala já estava certa para nos prejudicar.”
Ainda com base nos relatos, o técnico teria segurado a mão do árbitro de forma ríspida e puxado agressivamente. Zé Teodoro acabou enquadrado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva: praticar agressão física (de quatro a 12 partidas de suspensão), ofender alguém em sua honra (multa de R$ 100 a R$ 100 mil, além de suspensão de quatro a seis jogos) e ameaçar alguém por palavra, escrito, gestos ou qualquer outro meio (multa de R$ 100 a R$ 100 mil, além de suspensão de 30 a 120 dias). Pelo fato da denúncia citar o artigo 184, as penas seriam somadas e poderiam retirar Zé Teodoro do restante da Série C.
O técnico foi absolvido das denúncias por agressão e ameaça, mas acabou incurso no artigo 258, onde rege sobre “ desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões”. Apenas o presidente Paulo Valed divergiu para ser aplicada suspensão por quatro jogos. Mas, por maioria de votos, o gancho acabou sendo por dois duelos.
DefesaZé Teodoro compareceu ao julgamento e fez a defesa. “Na parte disciplinar, ele foi muito fraco. Fui pegar na mão dele para parabenizar pela arbitragem. Acho que é uma injustiça o que está acontecendo. Não fiz nenhum comentário e é uma inverdade o que foi relatado. Por isso, fiz questão de vir pessoalmente. Eu afastei todos os jogadores na hora, mas a palavra ‘fraco’ eu chamei, sim, na hora. Em nenhum momento eu ameacei o árbitro ou tentei agredí-lo. Eu fui pegar na mão dele e ele girou o braço. Como o policiamento estava perto dele, tirou”, relatou.
O treinador coral foi julgado pela atitude tomada contra o árbitro Manoel Nunes Lopo Garrido, durante o último duelo contra o Treze, dia 16 de setembro, em Campina Grande. O juiz relatou, em súmula, as seguintes declarações de Zé Teodoro: “Você já veio com tudo armado. Esta escala já estava certa para nos prejudicar.”
Ainda com base nos relatos, o técnico teria segurado a mão do árbitro de forma ríspida e puxado agressivamente. Zé Teodoro acabou enquadrado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva: praticar agressão física (de quatro a 12 partidas de suspensão), ofender alguém em sua honra (multa de R$ 100 a R$ 100 mil, além de suspensão de quatro a seis jogos) e ameaçar alguém por palavra, escrito, gestos ou qualquer outro meio (multa de R$ 100 a R$ 100 mil, além de suspensão de 30 a 120 dias). Pelo fato da denúncia citar o artigo 184, as penas seriam somadas e poderiam retirar Zé Teodoro do restante da Série C.
O técnico foi absolvido das denúncias por agressão e ameaça, mas acabou incurso no artigo 258, onde rege sobre “ desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões”. Apenas o presidente Paulo Valed divergiu para ser aplicada suspensão por quatro jogos. Mas, por maioria de votos, o gancho acabou sendo por dois duelos.
DefesaZé Teodoro compareceu ao julgamento e fez a defesa. “Na parte disciplinar, ele foi muito fraco. Fui pegar na mão dele para parabenizar pela arbitragem. Acho que é uma injustiça o que está acontecendo. Não fiz nenhum comentário e é uma inverdade o que foi relatado. Por isso, fiz questão de vir pessoalmente. Eu afastei todos os jogadores na hora, mas a palavra ‘fraco’ eu chamei, sim, na hora. Em nenhum momento eu ameacei o árbitro ou tentei agredí-lo. Eu fui pegar na mão dele e ele girou o braço. Como o policiamento estava perto dele, tirou”, relatou.
Diario de Pernambuco
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