Beltrão e Maluf entregam os cargos e não voltam mesmo com vitória da situação
O fracasso no futebol do Sport continua fazendo vítimas. Depois do anúncio da dispensa do diretor executivo Cícero Souza, veio a confirmação de que os diretores de futebol Guilherme Beltrão e Aloísio Maluf também já não fazem mais parte do clube.
Beltrão, que retornou ao Recife na tarde desta quinta-feira, confirmou a informação. “Meu compromisso com o clube acabou com o rebaixamento. Eu era diretor de futebol e se não tem mais futebol, eu não tenho mais o que fazer”, pontuou. Maluf confirmou que a decisão já estava tomada. “Não há nenhuma novidade nisso. Quando o Sport foi rebaixado, deixamos o cargo à disposição do presidente.”
Beltrão, que viajou para São Paulo para acompanhar a partida entre Ponte Preta e Portuguesa, disse ainda que não reassumirá o cargo mesmo se a chapa da situação vencer o pleito do próximo dia 17. “Mesmo se Bivar ganhar esta eleição, eu não volto. Foram anos muito desgastantes e não tenho mais condições de continuar”, justificou. “Os jogadores têm mais direito do que deveres. Hoje em dia, jogador não quer assinar contrato por menos de dois anos. Aí não rende e fica só recebendo”, lamentou.
Beltrão avaliou sua passagem como positiva, apesar dos resultados. “Voltei disposto a aplicar um novo modelo no futebol. O modelo do profissionalismo. Hoje, todo clube precisa de um profissional full time. Alguém que possa se dedicar integralmente ao time. São tantas exigências que o cara, de preferencia, tem que ser solteiro”, comentou, antes de alfinetar a oposição. “Me considero um cara preparado para o futebol. Quando ouço outras pessoas falando de futebol eu morro de rir. Dizendo que vão trazer esse ou aquele jogador.”
Beltrão, que retornou ao Recife na tarde desta quinta-feira, confirmou a informação. “Meu compromisso com o clube acabou com o rebaixamento. Eu era diretor de futebol e se não tem mais futebol, eu não tenho mais o que fazer”, pontuou. Maluf confirmou que a decisão já estava tomada. “Não há nenhuma novidade nisso. Quando o Sport foi rebaixado, deixamos o cargo à disposição do presidente.”
Beltrão, que viajou para São Paulo para acompanhar a partida entre Ponte Preta e Portuguesa, disse ainda que não reassumirá o cargo mesmo se a chapa da situação vencer o pleito do próximo dia 17. “Mesmo se Bivar ganhar esta eleição, eu não volto. Foram anos muito desgastantes e não tenho mais condições de continuar”, justificou. “Os jogadores têm mais direito do que deveres. Hoje em dia, jogador não quer assinar contrato por menos de dois anos. Aí não rende e fica só recebendo”, lamentou.
Beltrão avaliou sua passagem como positiva, apesar dos resultados. “Voltei disposto a aplicar um novo modelo no futebol. O modelo do profissionalismo. Hoje, todo clube precisa de um profissional full time. Alguém que possa se dedicar integralmente ao time. São tantas exigências que o cara, de preferencia, tem que ser solteiro”, comentou, antes de alfinetar a oposição. “Me considero um cara preparado para o futebol. Quando ouço outras pessoas falando de futebol eu morro de rir. Dizendo que vão trazer esse ou aquele jogador.”
Diario de Pernambuco
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