Três questões para Marcelo Martelotte
| Martelotte quer voltar a fazer história |
Treinador coral fala sobre a partida que pode lhe dar o primeiro título na carreira
ANSIEDADE
“A cabeça está tranquila, porque sei que o trabalho que tinha que ser feito foi feito. A equipe já vem num ritmo bom, de sequência de jogos, então não há muito o que fazer neste momento. Entendo que o jogo só pode ser decidido quando começar. Então, não adianta ter ansiedade antes”
REALIZAÇÃO
“No início do trabalho, pensei muito nas etapas que teríamos que passar para chegar nesse momento. A minha ansiedade maior era para estar nessa final, superar as dificuldades e chegar aqui. Antes do início da competição, o Santa Cruz não estava entre os favoritos ao título, era a terceira força do campeonato. Por isso, para a gente, era uma questão de honra de estar nessa final”
CRÍTICAS DA TORCIDA
“Hoje, a abordagem é diferente. Mas achei natural a reação do torcedor em certo momento, porque ele não tinha nenhum parâmetro para analisar o meu trabalho. Ele via um treinador que estava iniciando um trabalho e uma equipe que estava sendo reformulada. Às vezes, a pressão aumenta. O importante foi que sempre tive tranquilidade e convicção de que o trabalho daria resultado”
Diario de Pernambuco
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