segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NÁUTICO - INADMISSÍVEL

Martelotte cobra respeito ao Náutico para as últimas rodadas do Brasileiro

marcelo martelotte náutico (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Martelotte classificou postura contra o Santos como
'inadmissível' (Foto: Aldo Carneiro / PE Press)

Técnico reconhece que jogadores não têm mais objetivos na competição, 
mas classifica postura na derrota para o Santos como 'inadmissível'


Ao deixarem o gramado da Arena Pernambuco no último sábado após a derrota por 5 a 1 sofrida diante do Santos, os jogadores do Náutico ouviram muitos xingamentos e cobranças dos torcedores que conseguiram ficar até o apito final do árbitro. Entre as palavras repetidas pelos alvirrubros estava o pedido de respeito ao clube. E essa cobrança não existiu apenas nas arquibancadas. Isso porque respeito também foi algo pedido pelo técnico Marcelo Martelotte para os nove jogos que restam ao time na Série A do Campeonaot Brasileiro.
- É até admissível que tática e tecnicamente o nosso time não esteja bem, mas não era admissível aquela postura. Sabemos de todas as dificuldades para motivar esse grupo que não tem mais objetivo, mas eu já falei que é importante que tenha a responsabilidade e o respeito que a instituição Náutico merece. Precisamos mudar o comportamento para honrar a camisa que estamos vestindo. Não é admissível que se faça nada parecido com o que fizemos nos 25 primeiros minutos do jogo contra o Santos.
Além das palavras fortes ditas por Martelotte, outro que tem cobrado bastante ao grupo de jogadores é o presidente Paulo Wanderley, que chegou a ter uma conversa dura com eles ainda no intervalo do jogo contra o Santos. A conversa com o mandatário foi pesada, mas segundo Martelotte nada que tenha extrapolado os limites.
- Ele falou o que podia e o que devia. Pela sua posição dentro do clube tem o direito de se sentir envergonhado com o que viu e cobrar a todos.
As cobranças do próprio Martelotte e do presidente Paulo Wanderley, no entanto, não foram as únicas no Náutico após a goleada sofrida diante do Santos. Segundo o comandante, os jogadores também se questionaram de uma forma mais pesada, o que para ele é natural por conta da derrota e tardio pelo atual momento do Náutico.
- Houve uma cobrança e eu acho que foi tardia. Tudo tem um limite e não podemos extrapolar. Faltou muita cobrança durante o campeonato. Encaramos os resultados negativos com certa normalidade e não deveria ser assim.
GLOBOESPORTE.COM

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