Magrão lamenta ter que fazer 500º jogo longe da Ilha e critica "precipitação"
"Seria muito legal, principalmente o fato de o torcedor estar em peso aqui", disse Magrão
Triste, goleiro afirmou que gostaria de fazer o jogo com valor simbólico em casa
"Seria bom que fosse em casa, mas infelizmente não há mais essa possibilidade. Agora a ansiedade vai aumentar mais um pouco e vamos deixar para o próximo jogo para completar os 500 jogos. Seria muito legal, principalmente o fato de o torcedor estar em peso aqui, mas vamos lá esperar chegar diante do Cruzeiro", afirmou o goleiro de 37 anos, na décima temporada no Leão.
Como sempre discreto, Magrão manteve a postura elegante até mesmo na hora de criticar. Sem citar nomes, nem entidades, o goleiro lamentou a decisão tomada pela CBF. "Esperávamos que viessem a decretar hoje (sexta-feira) e não ontem (quinta). Achamos que foi precipitado. Sabemos da situação delicada, do caos grande na cidade, mas assim que houve o cancelamento logo depois a polícia retomou os trabalhos e ficamos chateados", disse.
"A gente vem em um bom ritmo, era a oportunidade de fazer um jogo diante da nossa torcida e chegar entre as primeiras posições. Uma vitória nos daria essa possibilidade, então a gente lamenta. Agora nesses dias vamos trabalhar um pouco mais para fazer um grande jogo contra o Cruzeiro", acrescentou o goleiro, que no fim da entrevista, descartou qualquer possibilidade de não enfrentar a Raposa para fazer o jogo 500 na Ilha do Retiro.
Diario de Pernambuco

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