sábado, 16 de agosto de 2014

SPORT - APOSTANDO TODAS AS FICHAS

Eduardo Baptista confirma time e aposta em Régis para ganhar: "Faz a diferença"

Para Baptista, Régis tem um toque refinado e enxerga o jogo diferente dos demais

Técnico do Sport volta ao 4-3-2-1 com Felipe Azevedo e Erico Júnior nas pontas


Conforme treinou na quinta e nesta sexta-feira, o técnico Eduardo Baptista vai mesmo voltar ao esquema 4-3-2-1, com dois pontas. Abdica dos quatro volantes e aciona Erico Júnior. Para a partida de domingo, quando o Sport recebe o Atlético Paranaense, na Ilha do Retiro, o treinador diz que monta a equipe dessa maneira para explorar o pontos fracos deixados pelo Furacão. Na visão do comandante leonino, um adversário também veloz, mas que acaba deixando espaços quando sobe para atacar. Vai ainda promover a estreia do meia Régis, jogador em que ele deposita bastante confiança.
"Régis é um atleta que precisei esperar algum tempo para colocá-lo por causa de lesão (na coxa esquerda) e para entrar em forma. Agora está em condições. Faz a diferença. Tem um toque refinado e enxerga o jogo diferente dos demais", elogiou Eduardo Baptista. Além do meio-campista, outras armas do treinador serão os pontas. Sacou Ronaldo do time para botar Erico Junior, que atuará pela direita do campo. Felipe Azevedo faz a mesma função pelo lado esquerdo. Mudança planejada devido ao adversário.

"Pelo que apresenta o Atlético, que é uma equipe veloz, preciso do Erico para explorar a defesa deles com velocidade também. É um homem de confiança meu", falou o técnico. Sendo assim, o Sport entra mesmo em campo com: Magrão; Patric, Oswaldo (no lugar de Páscoa, machucado por duas semanas na coxa direita), Durval e Renê; Wendel, Rithely, Felipe Azevedo, Erico Júnior e Régis; Neto Baiano.
Punição ao Sport
Baptista ainda falou sobre a punição sofrida pelo Sport pelas brigas de uniformizadas em Santa Catarina. Disparou contra quem causou o tumulto e contra a segurança daquele jogo diante do Figueirense, há duas rodadas. "É triste meia dúzias de pessoas estragarem um planejamento de comissão técnica, jogadores e torcedores. Vejo isso com indignação. Não tinha nenhum policial lá (no Orlando Scarpelli) para apartar a briga na hora. Saíram de perto do banco de reservas que eu estava para irem até lá. Só faltava agora o Sport ter que contratar policiais para viajar", falou.


Diario de Pernambuco

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