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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

SPORT - MUITA PRESSÃO

Com ataque em xeque, Felipe Azevedo revela pressão no Sport: "Não durmo e tomo remédio"

Azevedo marcou um único gol na Série A, em 27 de julho, diante do Atlético-MG na Ilha

Atacante marcou um gol em 15 jogos na Série A do Campeonato Brasileiro


São 15 jogos e apenas um gol marcado na Série A. Em 2014, são 39 partidas e apenas em seis momentos o atacante conseguiu balançar as redes. Média aproximada de um gol a cada seis jogos na temporada. Muito pouco para Felipe Azevedo. Na terceira temporada no Sport, o atleta jamais viveu uma fase de flores com a torcida. E as coisas têm piorado ainda mais nos últimos meses. Pressionado e em xeque, o atleta revelou que a pressão tem sido mais um inimigo para ele. Mais do que isso, revelou que tem recorrido até aos remédios para conseguir dormir nos piores dias.
Apesar das críticas, Azevedo é intocável no ataque rubro-negro. Faz uma função tática capaz de mantê-lo intacto não só pelo técnico Eduardo Baptista bem como por incontáveis outros treinadores que passaram pela Ilha do Retiro. Pelas más recentes apresentações do ataque rubro-negro e por suas exibições individuais, porém, Felipe Azevedo passou a ser ainda mais cobrado. Consciente, não tirou a razão da torcida.
"Tenho certeza que a torcida cobra com razão. Somos pagos para fazer gols e pode ter certeza que ficamos muito mais tristes, temos um nome também, queremos fazer os gols e me cobro muito. Quando a coisa não acontece, não consigo dormir direito e tomo remédio que o massagista me dá", revelou o atacante. "Me cobro muito, pois é um clube que gosto muito e quero ver sempre buscando uma regularidade melhor e fazer uma campanha tão boa quanto a do primeiro turno", acrescentou.
Filho único
O único gol marcado por Azevedo na Série A foi no último dia 27 de julho, na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG, na Ilha do Retiro. Desde então, o jogador tem vivido uma seca de gols e passou a ser ainda mais cobrado. "Às vezes, essa cobrança pode fazer você nao consegui fazer as coisas como deve. Mas tem que trer tranquilidade, equilíbrio e venho conversando com Eduardo (Baptista) que tem me dado os toques para sair dessa situação e fazer gols. A equipe cria e está faltando capricho para fazer o gol", disse.


Diario de Pernmbuco

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