Precisando de vitória para ainda pensar em classificação, Brasil enfrenta campeões mundiais
Após derrota na estreia, equipe brasileira entra em quadra pressionada por vitória
"Agora, nossa briga é pela classificação. Não importa em que lugar iremos passar. O jogo do Catar nos dava a possibilidade de poder ficar na terceira posição, mas isso mudou", reafirmou o treinador do Brasil, Jordi Ribera, que é natural da Espanha e dirige a seleção do Brasil pela segunda vez. O fato de conhecer muito bem o oponente deste sábado, fez o treinador destacar que os principais atletas da seleção espanhola atuam fora do país. "Tem gente jogando na Alemanha, Macedônia e Polônia. Então, não é possível saber como todos estão atuando hoje", acrescentou.
Nesta sexta-feira, os jogadores do Brasil e comissão técnica assistiram ao primeiro tempo do jogo entre Espanha e Bielorrússia. Jordi revelou ainda que mostraria os dados importantes do time espanhol. "Costumo passar um vídeo em forma de clipe. Tem jogadores que optam por assistir ao vídeo completo do jogo. Mas adiantei que trata-se de uma seleção que tem boa defesa. E que tem também variação no ataque e jogadores criativos", comentou Jordi.
Refeito do mau resultado diante do Catar, o armador esquerdo Arthur Patrianova, de 21 anos, que joga no BM Vila de Aranda, da Espanha, diz que a partida deste sábado será a mais importante do Mundial. E o fato de o Brasil contar com oito jogadores atuando na liga espanhola impõem mais seriedade ao duelo. "Eles veem a gente jogado. Certamente vão entrar sérios e sabendo que o jogo não vai ser fácil. Temos que ficar atentos ao central deles, Raul. Ele é o cerébro do time", contou Patrianova, segundo melhor pontuador no jogo contra o Catar (marcou cinco gols).
Diario de Pernambuco

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