Régis amarga banco no Sport, técnico explica situação e diz: "Dê a dúvida como Ferrugem fez"
Grande investimento do Sport, Régis disputa posição no atual elenco com Diego Souza, Neto Moura e Élbe
Eduardo Baptista ressalta que espaço se conquista com dedicação nos treinos
Responsável pela decisão de manter o atleta no banco, Eduardo Baptista já tentou escalar Régis nas pontas. Não deu certo. Agora, o comandante decidiu colocá-lo na briga por um posto fixo: a região central do meio-campo. Contudo, o ex-atleta da Chapecoense, que conseguiu se livrar das lesões musculares nesta temporada, tem a concorrência triplicada.
“Régis atua num setor que atua o Diego Souza, que atua o Neto Moura, o Élber. É uma questão de competição. O Diego vive, no setor central do meio-campo, o melhor momento dele no Sport. Régis atua nesse mesmo setor. Tentei colocar Régis em outros setores e junto com o Diego, mas não tive a mesma resposta. É basicamente isso”, justificou Eduardo Baptista.
Em seguida, o comandante rubro-negro deixou transparecer que espera mais empenho do meio-campista nos trabalhos diários. “O jogador é observado a cada treino, a cada jogo. O coletivo de hoje (sexta-feira) com os juniores é filmado, analisado. Como o Ferrugem ganhou a posição, os outros têm que ganhar no campo. Com o Eduardo Baptista não tem pressão de imprensa, diretoria, torcida. Só tem um cara que escala o jogador. É o próprio jogador. Treina e joga. ‘Ah, não estou jogando’. Mas treina. O treinamento é observado. A mesma atenção que a gente dá em jogo, eu dou em treinamento. Ele é filmado, é discutido, é passado para os jogadores. Então, é cada um por si. Cada um busca seu espaço. Dê a dúvida como Ferrugem fez.”
Diario de Pernambuco

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