terça-feira, 12 de janeiro de 2016

BRONCA PESADA NO BASQUETE FEMININO

Colegiado avalia protesto e responsabiliza CBB por desempenho nas Olimpíadas

Protesto dos clubes levou a uma reflexão do atual momento do basquete feminino

Clubes ressaltam união e revelam os aprendizados no movimento em prol do basquete feminino


A três dias do evento-teste das Olimpíadas, torneio que foi o estopim da relação entre os clubes e a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), o colegiado da Liga de Basquete Feminino (LBF) fez um balanço do movimento, iniciado no final do ano passado. Se as reivindicações não foram atendidas, as equipes acreditam que fizeram o seu papel, colocam a responsabilidade do desempenho nas Olimpíadas nas costas da entidade máxima do basquete e valorizam a união das agremiações na briga com a CBB.
"Tentamos um contato com a CBB, mas ela demonstrou que não tem o interesse de dividir o planejamento com quem faz o basquete feminino no Brasil. Mesmo assim, mostramos que os clubes tem força. As atletas, querendo ou não a confederação, sabem que a seleção é uma coisa temporária. Quem cuida, investe e faz o esporte acontecer são as equipes. E isso ficou claro: apenas uma jogadora do colegiado se apresentou, em uma demonstração que elas sabem da suas responsabilidades", afirmou Roberto Dornelas, técnico do Uninassau/América.

Cestinha

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