NA PAPUDA POR ROUBAR O PAÍS, PIZZOLATO JÁ QUER O REGIME SEMIABERTO
DECISÃO DO STF DEPENDE DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA (FOTO: MASTRANGELO REINO/ESTADÃO CONTEÚDO)
PIZZOLATO SÓ CUMPRIU 7 MESES DOS 12 ANOS, E JÁ QUER LIBERDADE
O ministro deve encaminhar o pedido para que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, analise o caso antes de decidir. Caso seja autorizada, Pizzolato poderá deixar o presídio durante o dia para trabalhar.
O ex-diretor foi condenado no julgamento do mensalão a 12 anos e 7 meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Para não ser preso, Pizzolato fugiu do Brasil em novembro de 2013. Na fuga, ele usou documentos do irmão morto, mas foi preso em Maranello, na Itália, em fevereiro de 2014.
A defesa de Pizzolato argumenta que ele já cumpriu um sexto da pena, requisito da Lei de Execuções para a progressão de regime. O mensaleiro ficou 17 meses na Itália e, com os sete meses que está detido no Brasil desde sua extradição, já cumpriu um sexto da punição.
Diário do Poder

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