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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

NÁUTICO - COMPLETANDO 100 JOGOS

Prestes a completar 100 jogos pelo Náutico, Gaston revela mudanças na sua terceira Série B

Gaston foi apresentado como atleta do Náutico em outubro de 2014 e dois anos depois completa 100 jogos

Atleta diz que precisou se adaptar ao futebol brasileiro para receber menos cartões


Nesta sexta-feira, quando Gaston entrar em campo, ele estará completando 100 jogos com a camisa do Náutico. Uma marca que poucos alcançam no futebol brasileiro. Do atual elenco alvirrubro, apenas Júlio César e João Ananias têm mais tempo de Náutico. Uma marca que ele se orgulha muito. Não apenas por representar o Timbu, mas por tudo o que superou dentro do clube e com sua família. 

“É uma felicidade (chegar a esta marca). Estava falando com minha mulher que passamos por muitos momentos bons e ruins. E agora estamos em um momento muito bom da minha carreira e na minha vida. Com 100 jogos fico com aquele sentimento de pertencer ao clube. Você vai a cada seis meses, um ano mudando de time. Vida de jogador é assim mesmo. Quando você fica muito tempo em um time vai sendo querido pela torcida. Tenho um carinho pelo Náutico e pela cidade”, comentou.

Nestes 100 jogos, Gaston pensou um pouco para escolher o que mais lhe marcou. Poderia ter sido a primeira partida ou algum jogo em que marcou gol, que foram apenas dois, mas o atleta guarda até hoje com carinho a sua primeira partida como titular.

“Acho que o primeiro foi importante. O primeiro como titular. Estreei contra o Icasa, quando entrei no segundo tempo, mas no jogo seguinte estreei como titular contra o Santa Cruz na Arena. Não sei se foi especial porque empatamos, mas acredito que foi porque foi minha primeira partida começando. Todo jogo tem uma história, mas esse foi especial.”

Neste período, Gaston sempre foi marcado pela marcação, mas também por não ser um lateral que chegue muito no ataque. Porém, os cartões amarelos também lhe marcaram. Com várias suspensões nesse período, o atleta reconheceu que ele precisou melhorar e se adaptar ao futebol brasileiro. “Eu não posso fugir da minha característica. Esse é o meu jogo. Me cobrei bastante e dei uma diminuída nesse sentido. Fiquei pendurado oito jogos e sem me segurar. Só diminuindo a força na entrada. O futebol daqui dá amarelo por qualquer falta e soube me adaptar”, lembrou.



Diario de Pernambuco

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