RELATOR RECOMENDA SUSPENSÃO DO MANDATO DE JEAN WYLLYS POR QUATRO MESES
RICARDO IZAR CONSIDEROU QUE CUSPARADA EM OUTRO DEPUTADO "MACULA" A IMAGEM DA CÂMARA
CUSPE EM BOLSONARO "MACULA" IMAGEM DA CÂMARA PERANTE SOCIEDADE
Segundo Izar, Wyllys quebrou o decoro parlamentar por infringir "deveres fundamentais", prejudicando a imagem não só do deputado, mas da própria Câmara. "É inegável que o ato perpetrado pelo representado possui natureza injuriosa, uma vez que macula a honra objetiva desta Casa, no que diz respeito à reputaçnao e à respeitabilidade de um dos Poderes da República perante a sociedade", diz o voto.
Na defesa, Wyllys não considera que o ato de cuspir em outro deputado justifique uma punição, ou seja, trata-se de uma prática tida como normal pelo deputado baiano eleito pelo Rio de Janeiro. À época, ele disse ter sido insultado por Bolsonaro e, por isso, cuspiu e correu pelo plenário.
Após a apresentação do relatório, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) pediu vista para analisar melhor o parecer antes de votar. Com isso, é preciso esperar mais dois dias úteis para a votação na comissão, o que pode adiar a votação para depois do recesso parlamentar.
Caso a suspensão seja aprovada pela Conselho de Ética, a decisão deve ser referendada pelo plenário, tal como ocorreu com a cassação do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Diario do Poder

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