MEGADELAÇÃO DA CAMARGO CORRÊA DEVE ATINGIR GERALDO ALCKMIN
GOVERNADOR DE SÃO PAULO, GERALDO ALCKMIN (PSDB). FOTO: ROVENA ROSA/ABR
ACORDO DA CAMARGO CORRÊA PODE IMPLICAR GOVERNADOR PAULISTA
Há relatos de distribuição de dinheiro vivo na sede da Camargo Corrêa, em 2006, a políticos supostamente indicados pelo comitê de Alckmin.
As relações da Camargo Corrêa com a classe política são detalhadas em delações de cerca de 40 executivos da empreiteira.
Oficialmente, a Camargo doou só R$400 mil à campanha presidencial tucana, em 2006, e R$2,4 milhões à reeleição de Lula.
A assessoria de Alckmin informou que o governo de São Paulo vai se posicionar somente diante de denúncia concreta, nessa megadelação.
Diário do Poder

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