terça-feira, 14 de março de 2017

QUE COISA FEIA, PROFESSOR...

COM MEDO DA PATRULHA PETISTA, KARNAL APAGA POST COM O JUIZ SÉRGIO MORO
COM MEDO, APAGOU O POST QUE HONRARIA QUALQUER BRASILEIRO


O historiador e professor Leandro Karnal, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi alvo de ataques da patrulha ideológica petista, nas redes sociais, após divulgar no Facebook e no Twitter algo que deixaria honrado qualquer homem ou mulher de bem no Brasil: uma foto na companhia do juiz federal Sergio Moro, responsável pelo julgamento dos corruptos investigados e denunciados na Operação Lava-Jato. A foto registra um jantar na noite de sexta-feira (10).
Na legenda da foto, Karnal publicou: “Dia intenso em Curitiba. Encerro com um jantar com dois bons amigos... amo ouvir gente inteligente. Discutimos possibilidades de projetos em comum”. Além de Moro, também está presente na foto o juiz da 5ª Vara Federal de Maringá, Anderson Furlan Freire da Silva.
A amizade com Moro gerou insatisfação entre supostos seguidores de Karnal, tido como suposto referencial da esquerda. Após a publicação, ele foi acusado de “falsidade” por seguidores insatisfeitos com o combate à corrupção petista.
No domingo, Karnal utilizou o Facebook para se defender das críticas. "Tenho imensa curiosidade em conversar com pessoas que fazem parte da história. Adoraria ter um jantar com Ciro Gomes, com Maria da Penha, com Maria do Rosário, com Lula e com outras pessoas. Todos me ensinariam bastante sobre sua visão de mundo, o que me faria pensar muito. Realmente gostaria disto", justificou.  
Karnal ainda destacou que "o plano em comum" que tem com Moro é que ambos darão palestra na pós-graduação da PUB com "muitos outros nomes do cenário nacional". Além disso, o professor reiterou que continua sendo "o mesmo".
O professor destacou que recebeu diversas manifestações de apoio e crítica após a publicação da foto. E afirmou que tomará "mais cuidado" e disse que, quando tiver novas reuniões com autoridades e "pessoas de referência", guardará para si e "para o debate interno".
"Lamento a polarização no Brasil e lamento o clima que, por poucas explicações minhas, causei. Tomarei mais cuidado e desculpo-me por isto", disse. "O momento brasileiro é estranho e há uma vontade nacional de crucificar".

Nenhum comentário:

Postar um comentário