Sul-Americana pode ser trampolim para o Sport na Série A
Vanderlei Luxemburgo Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
Nas fases anteriores do torneio continental, o desempenho leonino teve ligação direta com o Brasileirão
Tão propagada nos últimos anos na Praça da Bandeira, a "internacionalização da marca Sport" vinha sofrendo para engrenar. Com a Copa Sul-Americana sendo a grande ferramenta deste projeto, a competição parecia não encaixar, com o Leão caindo prematuramente nas quatro edições (2013, 2014, 2015 e 2016) que participou.
Após apertadas classificações contra Danubio/URU, Arsenal de Sarandí/ARG e Ponte Preta, nesta quinta-feira (26) a equipe leonina entra em campo pelas quartas-de-final da disputa, contra o Junior Barranquilla/COL. Mal das pernas no Brasileirão, a dois pontos da zona de rebaixamento, o sucesso na disputa continental pode servir como uma injeção emocional para que o quadro na Série A seja revertido.
Ao menos é o que tem acontecido após os jogos de ida na Sul-Americana que o clube vem jogando. Porém, o mesmo desempenho não se mantém após os confrontos da volta, quando os pernambucanos saíram derrotados nas três ocasiões e emendaram péssimas sequências na Série A.
Ao menos é o que tem acontecido após os jogos de ida na Sul-Americana que o clube vem jogando. Porém, o mesmo desempenho não se mantém após os confrontos da volta, quando os pernambucanos saíram derrotados nas três ocasiões e emendaram péssimas sequências na Série A.
Na Primeira Fase, ainda comandado por Ney Franco, o Sport superou o Danubio por 3x0, na Ilha do Retiro e embalou, vencendo três duelos consecutivos em seguida. Já após a derrota por 3x0 em Montevidéu, apesar da classificação nos pênaltis, a equipe demorou a se recuperar, ficando quatro jogos sem vencer, sendo dois empates e duas derrotas. Na Segunda Fase, os rubro-negros vinham embalados no jogo de ida por conta do Brasileirão.
Com vitórias sobre Santos, Salgueiro (título pernambucano) e Atlético/PR, o time apenas manteve o ritmo e bateu com facilidade o Arsenal de Sarandí, na Ilha do Retiro. Na volta, a suada classificação em Buenos Aires parece ter abalado o Leão, que até venceu o Bahia, pela Série A, no jogo seguinte, mas logo depois encarou a pior fase no ano, emendando dois empates e quatro derrotas nos seis jogos seguintes.
A má fase afundou tanto a confiança dos comandados de Vanderlei Luxemburgo que nem mesmo a vitória por 3x1 contra a Ponte Preta, no jogo de ida da Terceira Fase, fez o time se reerguer no Brasileirão. Derrota para o Flamengo em seguida, pela Série A, e para a própria Macaca, na volta da Sul-Americana, apesar de conseguir carimbar a classificação pelo saldo de gols diante dos campineiros.
Para não dar chance ao azar e tentar usar a Sula como trampolim no Nacional, o treinador Vanderlei Luxemburgo confirmou que irá usar força máxima contra o Junior Barranquilla. Além disso, a diretoria informou que irá manter as promoções de ingressos dos últimos jogos, com entradas a partir de R$ 10 para sócios e R$ 15 para não sócios, que começam a ser vendidos a partir desta manhã.
FolhaPE

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