Daniel Paulista evita comparações entre 2017 com 2016, quando livrou Sport da degola
Diego Souza marcou um dos gols do Leão no jogo que salvou o Leão do rebaixamento em 2016
Técnico salvou Leão da queda no ano passado, mas enumera diferenças entre última partida daquela Série A com a desta, precisando de novo evitar Z4
Ilha do Retiro lotada, última rodada da Série A. Comandado por Daniel Paulista, o Sport vence e escapa do rebaixamento. Esse é o desfecho que todo torcedor rubro-negro vislumbra para o jogo do próximo domingo, contra o Corinthians. Mas o mesmo roteiro foi escrito no Brasileiro do ano passado, quando o Leão derrotou o Figueirense e se livrou da queda na partida de despedida da competição. Apesar das coincidências, Daniel prefere evitar comparações entre as duas situações.
Para não cair à Segunda Divisão agora, o Sport precisa vencer o Corinthians e ainda torcer para Vitória ou Coritiba tropeçarem diante de Flamengo e Chapecoense, respectivamente. Em 2016. a vida do Leão era bem mais fácil. Dependia apenas de si, e a vitória por 2 a 0 que construiu sobre o Figueira foi suficiente para que se mantivesse na elite nacional.
Daniel não deixa de admitir inspiração naquele último jogo do Brasileiro de 2016. Afinal, muito graças ao feito de manter o Sport na elite, ele começou como treinador efetivado nesta temporada - até ser trocado por Ney Franco ainda no primeiro semestre antes de retomar o comando do time a nove jogos para o fim da temporada.
Mas hoje, além da dependência do Sport por vacilos dos seus adversários diretos na tabela, o técnico enumera outros fatores que diferenciam a partida diante do Figueirense ao compromisso do próximo domingo, frente ao Timão. "(Serve) de inspiração, sim. Conseguimos o objetivo naquele momento, que era também a permanência. Mas somente por ser inspiração de um fato positivo. Hoje é uma nova realidade, um novo grupo de jogadores, um novo adversário, que é o atual campeão", avaliou.
Diario de Pernambuco

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