Vamos acabar com 'coitadismo', diz Bolsonaro sobre políticas afirmativas
Jair BolsonaroFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
"Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso", disse Bolsonaro
"Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso", disse Bolsonaro.
Sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o candidato do PSL disse que vai tratá-lo como ação de terrorismo."Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo."
Bolsonaro voltou a falar sobre a polêmica sobre mensagens em massa pelo WhatsApp e criticou a Folha. "Primeiro, a matéria surgiu na Folha de S.Paulo, num jornal de sempre, num jornal que não tem qualquer compromisso com a verdade", disse.
A reportagem em questão foi publicada pela Folha na quinta-feira (18) e mostra o pagamento a agências de mídia, por empresários simpáticos a Bolsonaro, para disparar mensagens antipetistas a grandes bases de eleitores no WhatsApp. A legislação eleitoral proíbe a doação por empresas às campanhas, e os valores não foram declarados.
Bolsonaro diz que a reportagem é "plantada" e que foi usada de argumento para ações no Supremo Tribunal Federal para o PT e PDT. E negou envolvimento com o caso.
"Não tenho qualquer contato com empresário, nunca pedi pra ninguém fazer isso. Afinal de contas, nós dominamos as mídias sociais desde antes de começar a eleição. Não temos 7 milhões de seguidores de agora. No meu Facebook nunca impulsionamos nada, nunca pagamos dez centavos. É o desespero por parte deles."
Por: Folhapress

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