O controverso Marcelinho Paraíba
Amado por uns e odiado por outros, o meia-atacante do Sport não é unamidade em Campina Grande
Diario de Pernambuco
Campina Grande - Em cada canto de Campina Grande tem uma história para contar de Marcelinho Paraíba. Os relatos colocam o jogador em dois extremos: um sagrado e outro profano. Ao tempo em que uns testemunham ações com uma admiração que beira à adoração, outros, amedrontados, denunciam excessos que vão de deboches a agressões físicas.
Nutrindo um grande apego às suas origens, Marcelinho colecionou um séquito de fidelidade quase canina. Aos parentes – e não são poucos – o jogador fez questão de comprar ou construir casas, além de manter o vínculo com visitas frequentes. Uma de suas primas, Maria Aparecida dos Santos conta que ajudar à família sempre esteve nos planos do atleta. “Desde pequeno ele dizia que ia ajudar a gente quando crescesse. E assim que as coisas começaram a melhorar, ele cumpriu a promessa”, lembra.
Antes de comprar três imóveis vizinhos – todos no apertado Beco do Vulcão, rua onde morou até os 14 anos -, Marcelinho teria tentado levar os parentes para um bairro com uma estrutura melhor do que o José Pinheiro, comunidade na periferia da cidade. “Ele até perguntou se a gente queria ir morar em outro lugar, mas a gente é tudo daqui mesmo e não tem pra que sair”, justifica Maria Aparecida. “E ele continua ajudando. Nunca deixou a gente desamparado”, acrescenta.
Se a versão bondosa do camisa 10 rubro-negra é entoada por seus admiradores, os testemunhos contra o filho ilustre vêm em forma de sussurros. Pessoas que denunciam exageros por parte de Marcelinho, revelam sofrer retaliações. Casos de embriaguez, de abusos misturam-se a relatos de supostas relações do jogador com bandidos.
O craque que conduziu o Sport ao acesso, o bom moço que jamais ignorou as origens e as confusões que pontuam sua vida. Isto é Marcelinho Paraíba.
Nutrindo um grande apego às suas origens, Marcelinho colecionou um séquito de fidelidade quase canina. Aos parentes – e não são poucos – o jogador fez questão de comprar ou construir casas, além de manter o vínculo com visitas frequentes. Uma de suas primas, Maria Aparecida dos Santos conta que ajudar à família sempre esteve nos planos do atleta. “Desde pequeno ele dizia que ia ajudar a gente quando crescesse. E assim que as coisas começaram a melhorar, ele cumpriu a promessa”, lembra.
Antes de comprar três imóveis vizinhos – todos no apertado Beco do Vulcão, rua onde morou até os 14 anos -, Marcelinho teria tentado levar os parentes para um bairro com uma estrutura melhor do que o José Pinheiro, comunidade na periferia da cidade. “Ele até perguntou se a gente queria ir morar em outro lugar, mas a gente é tudo daqui mesmo e não tem pra que sair”, justifica Maria Aparecida. “E ele continua ajudando. Nunca deixou a gente desamparado”, acrescenta.
Se a versão bondosa do camisa 10 rubro-negra é entoada por seus admiradores, os testemunhos contra o filho ilustre vêm em forma de sussurros. Pessoas que denunciam exageros por parte de Marcelinho, revelam sofrer retaliações. Casos de embriaguez, de abusos misturam-se a relatos de supostas relações do jogador com bandidos.
O craque que conduziu o Sport ao acesso, o bom moço que jamais ignorou as origens e as confusões que pontuam sua vida. Isto é Marcelinho Paraíba.
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