"Quando precisa, a torcida do Santa Cruz sempre chega junto"
Superesportes conta histórias de três momentos recentes de voltas por cima
| Na alegria, tristeza ou Copa Pernambuco |
A equipe, que tinha Carlinhos Bala e Rosembrick no auge, enfrentava a Portuguesa. A torcida coral já fazia festa antes da partida. O caldeirão fervia. Logo no começo do duelo, porém, um balde de água fria foi derrubado sobre o Arruda. Carlinhos Paulista derrubou o angolano Johnson na área. Pênalti. Na cobrança, Kléber abriu o placar. “Eu nem vi o gol da Portuguesa de tão rápido que foi. Mas serviu para dar uma chamada na torcida e no time”, conta Danilo, que tinha 19 anos na época.
| "Quando precisa, a gente chega junto" |
“Quando ele fez o primeiro, veio a certeza. Eu pensei: ‘agora a gente sobe’. Não deu outra. No final, ainda teve aquela volta olímpica com a taça, mas o Náutico fez questão de estragar”, lembra, alfinetando o rival que perdeu para o Grêmio na Batalha dos Aflitos. “Acho que a torcida fez a diferença demais. Foi mais uma demonstração de força. Quando precisa, ela sempre chega junto. Nesse ano também, o time ajudou”, acrescenta Danilo, que, hoje, será mais um apaixoando a empurrar o Santa Cruz.
Diario de Pernambuco
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