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sexta-feira, 15 de maio de 2026

VIOLÊNCIA NA TERCEIRA IDADE

Idosa mata marido de 79 anos a facadas em Mato Grosso

olícia Civil de Mato Grosso Foto: reprodução



Mulher estava desaparecida há dois meses; crime ocorreu em março



Uma idosa de 68 anos foi presa pela Polícia Civil de Mato Grosso, suspeita de matar o marido, de 79 anos, a facadas na capital, Cuiabá. O crime teria ocorrido no dia 7 de março deste ano, após uma discussão entre o casal. A mulher estava desaparecida há cerca de dois meses e se entregou nesta quarta-feira (13).

De acordo com o depoimento da filha da acusada, de 41 anos, a mãe teria chegado em sua casa por volta das 22h30, afirmando que teria brigado com o padrasto e o deixado desacordado na residência. A idosa dormiu na casa da filha. Na manhã seguinte, dia 8, ao perceber a ausência da mãe, ela foi até a residência, encontrou o homem morto e acionou a polícia.

Ainda segundo o relato da mulher, a mãe apresentava problemas psiquiátricos, o casal brigava constantemente e o padrasto já havia saído de casa em outras ocasiões. De acordo com as investigações, o cadáver tinha perfurações na cabeça e no pescoço. Um facão ensanguentado foi encontrado ao lado do corpo da vítima.

Em depoimento à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde se apresentou espontaneamente, a mulher disse que agiu por legítima defesa. No decorrer do depoimento, porém, mudou a versão, dizendo que, devido aos problemas psicológicos, não se lembrava com clareza do crime.

Após a prisão, a idosa foi conduzida à audiência de custódia.

Kleber Pizão

NÃO QUER SER COMPARADO AOS BANDIDOS DO PT

Flávio: “Não vou aceitar que nos misturem com os bandidos do PT”

Flávio Bolsonaro Foto: Andressa Anholete/Agência Senado



Senador publicou nota oficial sobre relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro



O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou nesta quinta-feira (14) uma nota oficial sobre a relação entre ele e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na quarta (13), o veículo de notícias Intercept Brasil divulgou mensagens entre os dois.

Flávio voltou a defender a instauração de uma CPI do Master e falou em contaminação política ao tentar associá-lo a operações ilegais envolvendo a instituição de Vorcaro.

— É preciso restabelecer os fatos e separar investigação séria de tentativa de contaminação política. (…) Me relacionei com Daniel Vorcaro estritamente no papel de um filho que buscava patrocínio de um empresário para o filme em homenagem ao pai. Não houve doação, favor, empréstimo pessoal, camaradagem ou vantagem política. Ele fez um investimento que previa retorno financeiro conforme o desempenho comercial da obra — afirmou.

O senador também negou que tenha havido qualquer repasse de valores por parte do banqueiro a Eduardo Bolsonaro.

— Também é falsa a insinuação de que recursos tenham sido destinados a Eduardo Bolsonaro: os aportes foram direcionados a um fundo específico da produção, com estrutura jurídica própria e fiscalização nos Estados Unidos — declarou o parlamentar.

Flávio também reforçou que o contato ocorreu antes da divulgação das irregularidades sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master, mencionando, inclusive, uma participação do empresário como alguém bem-sucedido nos negócios em um evento internacional promovido por uma revista do Grupo Globo.

— A linha do tempo é decisiva. O contato ocorreu em 2024, quando os fatos hoje atribuídos a Vorcaro não eram conhecidos publicamente. À época, ele circulava normalmente no mercado, patrocinava eventos, programas de TV e iniciativas empresariais, inclusive um evento empresarial em Nova York, promovido por um grande grupo de comunicação brasileiro, em maio de 2024, no qual foi apresentado ao mercado americano. É nesse contexto que buscamos o investimento no filme — disse Flávio.

O evento em questão foi o 1º Summit Valor Econômico Brazil-USA, promovido pela revista Valor Econômico, que pertence ao Grupo Globo, em maio de 2024. Vorcaro abriu o evento, se apresentou como controlador do Banco Master e exibiu um vídeo institucional sobre a empresa.

Flávio afirmou que não aceitará qualquer tipo de associação a ações corruptas promovidas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e reforçou a importância de uma CPI sobre o caso Master.

— Não vou aceitar que nos misturem com os bandidos do PT. As relações são completamente distintas. Não houve reunião fora de agenda com o Presidente da República, pagamento a ex-ministro por acesso ao governo, contrato milionário com o Ministro da Justiça, que é o chefe da PF, nem houve qualquer promessa de favorecimento ao banqueiro. Tentar colocar todos na mesma vala é uma distorção política inaceitável. Por isso, defendo que todos os fatos sejam investigados com rigor e transparência. Por isso, exigimos a CPI do Master já — finalizou.

Leia a íntegra da nota oficial de Flávio Bolsonaro:
É preciso restabelecer os fatos e separar investigação séria de tentativa de contaminação política.

Minha participação no projeto do filme sobre o presidente Jair Bolsonaro limitou-se à busca de investimento privado para uma obra cultural privada, produzida nos Estados Unidos, sem recurso público, sem Lei Rouanet, sem Embratur, sem prefeitura e sem qualquer contrapartida ligada ao meu mandato.

Me relacionei com Daniel Vorcaro estritamente no papel de um filho que buscava patrocínio de um empresário para o filme em homenagem ao pai. Não houve doação, favor, empréstimo pessoal, camaradagem ou vantagem política. Ele fez um investimento que previa retorno financeiro conforme o desempenho comercial da obra. Também é falsa a insinuação de que recursos tenham sido destinados a Eduardo Bolsonaro: os aportes foram direcionados a um fundo específico da produção, com estrutura jurídica própria e fiscalização nos Estados Unidos.

A linha do tempo é decisiva. O contato ocorreu em 2024 quando os fatos hoje atribuídos a Vorcaro não eram conhecidos publicamente. À época, ele circulava normalmente no mercado, patrocinava eventos, programas de TV e iniciativas empresariais, inclusive evento empresarial em Nova York, promovido por um grande grupo de comunicação braseiro, em maio de 2024, no qual foi apresentado ao mercado americano.

É nesse contexto que buscamos o investimento no filme.

Quando os aportes deixaram de ser cumpridos e as acusações vieram a público, a relação foi encerrada e outros investidores foram buscados.

Não vou aceitar que nos misturem com os bandidos do PT. As relações são completamente distintas. Não houve reunião fora de agenda com presidente da República, pagamento a ex-ministro por acesso ao governo, contrato milionário com o ministro da justiça, que é o chefe da PF, nem houve qualquer promessa de favorecimento ao banqueiro.

Tentar colocar todos na mesma vala é uma distorção política inaceitável.

Por isso, defendo que todos os fatos sejam investigados com rigor e transparência. Por isso, exigimos a CPI do Master já.

Kleber Pizão

SOBRE FLÁVIO BOLSONARO

Nikolas se pronuncia a respeito de conversas de Flávio e Vorcaro

Deputado Nikolas Ferreira Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados



Deputado federal afirmou não acreditar

 "

em condenações precipitadas"



O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se pronunciou nesta quarta-feira (13), no X, sobre a divulgação de áudios e mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a respeito do financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. As conversas aconteceram antes da primeira prisão do banqueiro.

Na publicação, Nikolas pediu cautela diante dos fatos revelados e voltou a cobrar a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e as relações envolvendo o banqueiro.

– Não acredito em condenações precipitadas, assim como também acredito que transparência é sempre o melhor caminho – escreveu o deputado.

O deputado ressaltou que Flávio Bolsonaro já apresentou sua versão dos fatos e negou qualquer irregularidade na relação com Vorcaro. Na mesma publicação, Nikolas questionou o destaque dado ao caso envolvendo Flávio em comparação com outros episódios recentes, como as investigações relacionadas ao INSS e os contratos milionários envolvendo o Banco Master e autoridades ligadas ao governo Lula.

– São muitos os escândalos que nosso país vem sofrendo. São notícias diárias de proporções gigantescas, como o escândalo do INSS ou dos contratos milionários envolvendo o Banco Master e ministros, além de pessoas ligadas ao governo Lula. E a pergunta que fica é: por que nenhuma tem a repercussão e indignação do que aconteceu hoje? – afirmou.

Nikolas também questionou por que, segundo ele, não haveria a mesma mobilização para investigar o financiamento de filmes ligados a outras figuras políticas, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Michel Temer (MDB).

– Por que não há a mesma intenção de criminalizar o financiamento dos filmes de Lula e Temer feitos por Vorcaro? São essas e outras milhares de perguntas que precisam ser esclarecidas – declarou.

Ao final, o deputado defendeu que a única forma de esclarecer os fatos envolvendo Daniel Vorcaro seria por meio da instalação de uma CPMI no Congresso.

– Só há uma forma de elucidar todos os fatos envolvendo o Banco Master e as ações do Vorcaro: a instalação da CPMI. Quem agora silenciar, estará acusando o seu medo e, consequentemente, sua culpa – concluiu.

A manifestação ocorre após uma reportagem publicada pelo site Intercept Brasil divulgar que Daniel Vorcaro teria destinado cerca de R$ 61 milhões ao filme Dark Horse, produção sobre Jair Bolsonaro.

Mensagens e áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro teriam mostrado o senador cobrando Vorcaro pelo envio de recursos ao projeto. Em uma das gravações divulgadas, Flávio demonstra preocupação com atrasos nos pagamentos e com possíveis desgastes junto a profissionais internacionais envolvidos no longa.

De acordo com o Intercept, parte dos recursos teria sido transferida pela empresa Entre Investimentos e Participações para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas e supostamente controlado por aliados do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Confira a postagem de Nikolas:

Postagem de Nikolas Foto: Reprodução/X

Paulo Moura

DEFENDENDO FLÁVIO BOLSONARO

Sergio Moro defende Flávio Bolsonaro e dispara críticas ao PT

Senador Sergio Moro Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em suas redes sociais, senador afirmou que o Partido dos Trabalhadores não quer saber da CPMI do Master

 

Nesta quinta-feira (14), o senador Sergio Moro (PL-PR) usou as redes sociais para defender o Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e criticar o Partido dos Trabalhadores (PT). A manifestação ocorre após o vazamento de áudios de conversas do parlamentar com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nas gravações, Flávio, que é pré-candidato do PL à Presidência, pede dinheiro ao banqueiro para pagar despesas com o filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. As gravações do senador ocorreram em 16 de novembro de 2025, um dia antes da prisão de Vorcaro pela primeira vez. As negociações também ocorreram antes do banqueiro ser preso.

Para Sergio Moro, Flávio Bolsonaro já apresentou “apresentou suas explicações sobre o episódio”. Ele também lembrou de alguns escândalos envolvendo o PT.

– Mensalão, Petrolão, roubo dos aposentados e pensionistas do INSS, enquanto milhões de famílias estão endividadas. Eu e toda a oposição, inclusive Flávio Bolsonaro, já assinamos a CPMI do Banco Master. Flávio Bolsonaro apresentou suas explicações sobre o episódio, que está sendo explorado pelo PT, e reiterou seu posicionamento favorável à instalação da comissão. É o que eu sempre defendi, a instalação da CPMI do Master e uma investigação ampla e profunda. Quem não deve, não teme. Enquanto isso, o PT não quer saber de CPI. E trabalhou na CPMI do INSS pra blindar os indicados por Lula e seu filho Lulinha – investigado pelas ligações com o Careca do INSS – apontou.

Henrique Gimenes

DESAFIANDO OS POLÍTICOS DE ESQUERDA

Ex-CPMI do INSS, Viana desafia aliados de Lula a assinar CPMI do Master

Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado).


Segundo o parlamentar, em dois dias de abertura das assinaturas, nenhum dos aliados de Lula (PT) assinou o pedido


O senador Carlos Viana (PSD-MG) desafiou nesta quinta-feira (14), aliados do governo federal a assinarem o requerimento que pede a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará os crimes financeiros do Banco Master.

Segundo o parlamentar, em dois dias de abertura das assinaturas, nenhum dos aliados de Lula (PT) assinou o pedido.

“Bom dia, Brasil. Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master. E até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido. Nenhum”, disse Viana no X (antigo Twitter).

O pedido de Viana, que foi presidente da CPMI do INSS, vem após forte repercussão de governistas cobrando explicações dos áudios vazados entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

“Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco Master. “Defendem transparência… defendem investigação… defendem a verdade… qual o motivo de não quererem assinar?”, disse Viana.

Após forte repercussão, o senador primogênito de Bolsonaro (PL) afirmou que a busca pelo patrocínio do filme do pai com Vorcaro foi intermediada de forma independente e sem uso de dinheiro público.

“O Brasil merece respostas. Quem não deve, não teme CPMI”, finalizou Viana na publicação.

Luan Carlos 

A IMBECILIDADE E O DESESPERO DO PT

PT agora quer censurar filme sobre Bolsonaro no Brasil

Ator Jim Caviezel como Jair Bolsonaro no filme "Dark Horse". (Foto: Reprodução/Instagram @therealjimcaviezel).


Deputado petista quer a parceria do MP para censurar a exibição


O Partido dos Trabalhadores (PT) deflagrou uma ofensiva jurídica coordenada com o objetivo de impedir a exibição e a circulação do filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, intitulado “Dark Horse”. 

A iniciativa de censura é do deputado Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, que pretende a parceria do Ministério Público (MP). 

A justificativa da esquerda baseia-se em supostas irregularidades no financiamento da obra, alegando que o filme configuraria propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder econômico.

A investida petista utiliza como base mensagens e áudios vazados envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro. 


Segundo a narrativa construída pelo PT, haveria indícios de que o financiamento da produção internacional não estaria devidamente transparente. 

LULA E OS ESCÂNDALOS EM SÉRIE

Escândalo no Brasil não liquida candidatura, Lula que o diga

O exx-tesoureiro oficil do PT Delúbio Soares, Lua cm José Durceus, que c=omandarm a Lavja Jato, e Marcos Valério, o operador das malas de dinheiro.
Lula só precisou inventar a lorota da "perseguição 

O áudio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, para um filme sobre o pai, fez parecer o fim da sua candidatura. Mas o Brasil recomenda cautela. Lula (PT) que o diga. No Mensalão, em 2005, com parlamentares aliciados mediante propina, a prisão de Lula era dada como certa, e a oposição o queria “sangrando” até a eleição de 2006. O resultado é conhecido: Lula foi reeleito com folga. O petista adotou a narrativa cara-de-pau de ser “vítima” das elites conservadoras e colou. 

Quatro anos depois, novo escândalo de corrupção, o Petrolão, mais de 200 condenações. E Lula conseguiu reeleger Dilma Rousseff (PT).

O capítulo final é ainda pior: após quase dois anos preso por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista foi “reabilitado” pelo STF e eleito em 2022.

O caso de Flávio Bolsonaro e Vorcaro não está no mesmo patamar de gravidade de um mensalão ou de um petrolão. Ao menos por enquanto.

O áudio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, para um filme sobre o pai, fez parecer o fim da sua candidatura. Mas o Brasil recomenda cautela. Lula (PT) que o diga. No Mensalão, em 2005, com parlamentares aliciados mediante propina, a prisão de Lula era dada como certa, e a oposição o queria “sangrando” até a eleição de 2006. O resultado é conhecido: Lula foi reeleito com folga. O petista adotou a narrativa cara-de-pau de ser “vítima” das elites conservadoras e colou. 

Quatro anos depois, novo escândalo de corrupção, o Petrolão, mais de 200 condenações. E Lula conseguiu reeleger Dilma Rousseff (PT).

O capítulo final é ainda pior: após quase dois anos preso por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista foi “reabilitado” pelo STF e eleito em 2022.O caso de Flávio Bolsonaro e Vorcaro não está no mesmo patamar de gravidade de um mensalão ou de um petrolão. Ao menos por enquanto.

Diário do Poder.

TAXA DAS BLUSINHAS

Medida eleitoreira de Lula pode caducar e perder validade

Lula e Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda, os "pais" da taxa da blusinha - (Foto: Ricardo Stuckert).


Líderes da oposição se movimentam para que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) imponha nova derrota a Lula e não ande com o plano do petista de derrubar a “taxa das blusinhas”, inventada pelo próprio presidente e concretizada pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad. Cresce a pressão, inclusive com lobby de entidades da indústria e do comércio, para que o presidente do Congresso Nacional devolva a Medida Provisória (MP), ideia que encontra resistência de Alcolumbre. Outra opção, a mais provável, é deixar “caducar”.

Vai deixando

O Congresso tem 120 dias para apreciar a MP. Passado o prazo, sem votação, a medida perde a validade, ou seja, caduca.

Sem digitais

Deixar a medida mofar até perder a validade é a opção que mais agrada na oposição, assim, ninguém carrega a pecha de defender o imposto.

Motivos...

Empresários pressionam para que Alcolumbre devolva sob pretexto de falta de urgência e relevância para que Lula tenha editado a medida.

...de sobra

Outro argumento é a afronta à segurança jurídica e ao princípio da previsibilidade tributária, já que o Congresso aprovou a taxa em 2024.

Cláudio Humberto

ASSASSINOS CONDENADOS

Três homens são condenados a mais de 30 anos de prisão por assassinato de sushiman no Recife

Fórum fica no Centro do Recife (DP Foto)


A morte do sushiman Michel Jung Batista Lourenço Junior aconteceu em um assalto, em 2024, quando ele saiu do trabalho e estava indo para casa.


Três homens foram condenados a mais de 30 anos pelo assassinato de um sushiman, ocorrido em 2024, no Recife. A sentença foi proferida pela 5ª Vara Criminal da Capital, segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

A morte de Michel Jung Batista Lourenço Junior aconteceu em um assalto, em 2024, quando ele saiu do trabalho e estava indo para casa.

Foram condenados os réus Michel Leandro da Silva, Moises de Lima Silva Filho e Manoel Joaquim da Silva Neto.

A decisão foi publicada na quarta-feira (13). Além da pena privativa de liberdade que terá regime inicial fechado, os três réus foram condenados a pena pecuniária de 90 dias-multa, sendo cada dia equivalente a 1/30 (um trigésimo) do salário mínimo legal.

O crime

O crime ocorreu no dia 13 de novembro de 2024, por volta das 22h30, na Avenida Martins de Barros, em frente ao Fórum Thomaz de Aquino, bairro de Santo Antônio, no Recife.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), os três acusados abordaram a vítima para assaltá-la. Mediante o uso de violência, exercida com emprego de uma faca, subtraíram-lhe uma carteira e um aparelho celular da marca Xiaomi, modelo Redmi.

Ainda segundo a peça acusatória do MP, a vítima veio a óbito em razão da violência empregada na execução do crime. Isso porque os acusados, com o intuito de assegurar a subtração dos bens, desferiram contra ela golpes com a faca, causando-lhe ferimento penetrante no tronco. A lesão provocada por instrumento perfurocortante foi confirmada por perícia tanatoscópica realizada pela Polícia na época dos fatos.

DP

RISCO DE VIDA

Vídeo mostra cinco jovens no mesmo patinete elétrico em Boa Viagem, no Recife

Alunos são flagrados andando em conjunto em patinete em Boa Viagem (Foto: Reprodução/Wahtsapp)


Uso dos equipamentos é permitido apenas para maiores de 18 anos e limitado a uma pessoa por viagem, mas flagrantes de irregularidades seguem recorrentes no Recife


O flagrante de cinco adolescentes dividindo um único patinete elétrico na Avenida Conselheiro Aguiar, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, se somou aos diversos casos de uso irregular dos equipamentos compartilhados na capital pernambucana. O vídeo mostra os jovens circulando pela via em situação considerada de risco, em desacordo com as regras de utilização do serviço.

As imagens se tornaram comuns desde o início da operação dos patinetes elétricos compartilhados no Recife. Em pouco mais de um mês de funcionamento do sistema, vídeos e fotos publicados por moradores mostram usuários ignorando normas básicas de segurança, sobretudo em áreas de grande circulação de veículos e pedestres.

Entre os casos já registrados estão o transporte de três pessoas em um único equipamento, incluindo um bebê, adolescentes fardados utilizando o mesmo patinete e até homens circulando juntos em vias públicas. Também houve registros de abandono dos veículos em locais inadequados, como rios e canais da cidade.

As regras de circulação dos patinetes no Recife determinam que o uso é permitido apenas para maiores de 18 anos e restrito a uma pessoa por equipamento. A velocidade máxima autorizada é de 20 km/h, enquanto em áreas de pedestres o limite cai para 6 km/h. Os usuários devem circular em ciclovias, ciclofaixas e vias com velocidade reduzida.

Entre as orientações repassadas aos usuários estão a obrigatoriedade de manter as duas mãos no guidão, não utilizar fones de ouvido durante a condução, não pilotar após consumo de álcool e descer do equipamento para atravessar faixas de pedestres.

Expansão dos serviços

Dados divulgados pela empresa Whoosh, uma das operadoras no Recife, apontam que mais de 35 mil viagens já foram realizadas na cidade, com mais de 100 mil quilômetros percorridos e cerca de 10 mil usuários cadastrados desde o início da operação.

Atualmente, os patinetes estão disponíveis em 19 bairros da cidade, incluindo Boa Viagem, Pina, Bairro do Recife, Graças, Casa Forte, Derby e Madalena. O serviço integra a política de micromobilidade urbana como alternativa para deslocamentos curtos.

Adelmo Lucena

MAIS UMA MORTE

Homem que perdeu esposa e bebê em deslizamento morre duas semanas após tragédia em Olinda

Fábio perdeu a esposa e o filho de seis meses em um deslizamento de terra em Olinda durante fortes chuvas (Foto: Reprodução/Instagram)

Fábio havia escapado com vida da tragédia em Passarinho, durante as chuvas do início de maio


Um dos sobreviventes ao deslizamento de uma barreira que matou a esposa e o filho de seis meses no bairro de Passarinho, em Olinda, durante as fortes chuvas no início deste mês, morreu após apresentar problemas de saúde. Identificado como Fábio Pimentel Barros, de 25 anos, ele havia sido resgatado com vida da tragédia registrada no dia 1º de maio e ajudou nas buscas pela família.

Fábio trabalhava como vendedor de bananas no bairro Beberibe, na Zona Norte do Recife. Ele apresentou mal-estar e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Nova Descoberta na quarta-feira (13), um dias antes de morrer.

"A família está em choque porque ainda vai fazer 15 dias que a gente perdeu duas pessoas em um deslizamento. Fábio era uma pessoa muito boa, um trabalhador. Sempre correu atrás do que é dele, sempre lutou pela família dele, tanto é que deu o máximo para salvar o filho e a mulher", contou a cunhada da vítima, Isabela dos Santos

De acordo com a UPA de Nova Descoberta, "apesar das medidas de suporte avançado adotadas e dos esforços da equipe multiprofissional, o quadro de saúde apresentou rápida piora, evoluindo para óbito no início da manhã desta quinta-feira (14/05)."

A causa da morte, entretanto, ainda não foi confirmada oficialmente. O Diario de Pernambuco entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) e aguarda posicionamento sobre o caso.

O velório e sepultamento estão marcados para a manhã de sexta-feira (15), no Cemitério de Águas Compridas, em Olinda.

Tragédia em Passarinho

A esposa de Fábio, Bruna Karina da Silva, de 20 anos, e o filho do casal, de apenas seis meses, morreram após o deslizamento de uma barreira atingir a residência da família, no bairro de Passarinho.

As vítimas chegaram a ser consideradas desaparecidas e foram procuradas ao longo de todo o dia pelo Corpo de Bombeiros. Os corpos foram localizados sob os escombros já sem vida, na sexta-feira (1º).

Segundo os bombeiros, outras cinco pessoas também foram atingidas pelo deslizamento, mas conseguiram ser resgatadas com vida ainda durante a manhã.

Após o resgate, os corpos de Bruna e do bebê ficaram sob responsabilidade do Instituto de Criminalística (IC).

Adelmo Lucena