Paraíba pretende abrir processo por calúnia
Jogador diz que foi prejudicado pelo delegado Rodrigo Pinheiro e pela advogada Rozália Szabados
Durante a entrevista coletiva, o advogado de Marcelinho Paraíba, Afonso Vilar, informou que o jogador pretende processar o delegado Rodrigo Pinheiro e a advogada Rozália Szabados. De acordo com ele, os dois poderão responder por crime de denunciação caluniosa. Ambos acusam o jogador de ter tentado beijar Rozsália à força durante uma festa promovida pelo jogador em seu sítio, na cidade de Campina Grande, na madrugada da última quarta-feira.
A ação, no entanto, depende do arquivamento do atual inquérito ou da absolvição do jogador em um possível julgamento. “Só poderemos processar os acusadores quando o processo for arquivado ou Marcelo absolvido. É um caso que expôs o meu cliente a uma situação altamente constrangedora. Vale ressaltar que o processo pode ser arquivado antes mesmo de ser julgado. Pode haver a denúncia como pode não haver”, explicou. O advogado ainda enumerou as três chances de Marcelinho voltar a ser preso: se deixar o país ou mudar de endereço antes do possível julgamento sem comunicar previamente ou se for condenado por tentativa de estupro.
Vilar ainda esclareceu outro imbróglio que o atleta se envolveu em 2005. Na ocasião, o jogador havia sido condenado por lesão corporal depois de ter agredido o técnico em radiologia Jackson Azevedo. Porém, o processo acabou arquivado porque a ação não foi promovida no prazo.
Processo
De acordo com advogado de Marcelinho Paraíba, o inquérito que investiga o possível crime do jogador terá 30 dias de duração, contados a partir da última quarta-feira - o prazo pode ser prorrogado. Depois que a polícia concluir a investigação, o processo chegará ao Ministério Público da Paraíba. Neste momento, outros 15 dias passam a ser contados. Depois deles, o órgão dará o seu parecer podendo arquivar o processo, condenar o atleta pelo crime em que foi autuado ou sugerir a aplicação de uma pena mais branda. Caso o caminho traçado seja este último, o jogador pode ser condenado a pagar apenas uma multa
A ação, no entanto, depende do arquivamento do atual inquérito ou da absolvição do jogador em um possível julgamento. “Só poderemos processar os acusadores quando o processo for arquivado ou Marcelo absolvido. É um caso que expôs o meu cliente a uma situação altamente constrangedora. Vale ressaltar que o processo pode ser arquivado antes mesmo de ser julgado. Pode haver a denúncia como pode não haver”, explicou. O advogado ainda enumerou as três chances de Marcelinho voltar a ser preso: se deixar o país ou mudar de endereço antes do possível julgamento sem comunicar previamente ou se for condenado por tentativa de estupro.
Vilar ainda esclareceu outro imbróglio que o atleta se envolveu em 2005. Na ocasião, o jogador havia sido condenado por lesão corporal depois de ter agredido o técnico em radiologia Jackson Azevedo. Porém, o processo acabou arquivado porque a ação não foi promovida no prazo.
Processo
De acordo com advogado de Marcelinho Paraíba, o inquérito que investiga o possível crime do jogador terá 30 dias de duração, contados a partir da última quarta-feira - o prazo pode ser prorrogado. Depois que a polícia concluir a investigação, o processo chegará ao Ministério Público da Paraíba. Neste momento, outros 15 dias passam a ser contados. Depois deles, o órgão dará o seu parecer podendo arquivar o processo, condenar o atleta pelo crime em que foi autuado ou sugerir a aplicação de uma pena mais branda. Caso o caminho traçado seja este último, o jogador pode ser condenado a pagar apenas uma multa
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