Jogadores do Náutico querem deixar de ficar no quase e encerrar jejum de vitórias
Alvirrubros querem conquistar primeira vitória na Série A diante do Vasco, após duas partidas nas quais ficou no "quase"
Diario de Pernambuco
O Náutico está há um mês e meio sem vitórias. O período sem vencer incomoda, porém, não mais que a decepção de ter boas atuações e não conquistar os três pontos. Foi assim diante do Figueirense, quando o Timbu perdeu, e do Cruzeiro, no qual ficou no empate sem gols. Na terceira rodada do Brasileiro, nova chance de mudar esse panorama. Nesta quarta-feira, o adversário é o Vasco, em São Januário.
O lateral-esquerdo Lúcio lamenta o período sem vitórias, mesmo só tendo feito parte de metade dele. Quer se desfazer da pressão, mesmo não tendo feito parte da sequência, e transformar as boas apresentações em triunfos. "(Jejum) incomoda, porque a gente escuta todo mundo falando bem, mas não conseguimos vencer. Perdemos no detalhe para o Figueirense e no segundo jogo, com o Cruzeiro, sofremos com a ansiedade em fazer o gol", afirmou o jogador, ressaltando a importância de uma vitória diante do Vasco. "Treinar duro e não concluir com vitória não é bom. Que a gente jogue mal, mas vença".
Pela frente, um adversário complicado. O Vasco tem 100% de aproveitamento no Brasileiro, vencendo as duas partidas que disputou, mas vem de uma eliminação na Copa Libertadores. Além disso, o clube vem passando por problemas de salários atrasados. Extremos, com os quais os alvirrubros terão que lidar em campo. "Trata-se de um adversário extremamente perigoso, que acaba de ser eliminado de uma competição como a Libertadores. Tem uma certa pressão do lado deles. É um time que precisa das vitórias e por isso vai sair para o jogo", analisou Lúcio.
Lúcio é solidário com os problemas salariais dos companheiros de Vasco. Como todo jogador, já passou por isso na carreira. "Ficamos tristes, porque todo trabalhador tem que receber o que foi acertado. Tenho amigos lá, como o Rodolfo, venho conversando com ele. Mesmo assim, isso não pode servir de motivação para a gente. Quando entra em campo, isso se apaga", afirmou o lateral.
O lateral-esquerdo Lúcio lamenta o período sem vitórias, mesmo só tendo feito parte de metade dele. Quer se desfazer da pressão, mesmo não tendo feito parte da sequência, e transformar as boas apresentações em triunfos. "(Jejum) incomoda, porque a gente escuta todo mundo falando bem, mas não conseguimos vencer. Perdemos no detalhe para o Figueirense e no segundo jogo, com o Cruzeiro, sofremos com a ansiedade em fazer o gol", afirmou o jogador, ressaltando a importância de uma vitória diante do Vasco. "Treinar duro e não concluir com vitória não é bom. Que a gente jogue mal, mas vença".
Pela frente, um adversário complicado. O Vasco tem 100% de aproveitamento no Brasileiro, vencendo as duas partidas que disputou, mas vem de uma eliminação na Copa Libertadores. Além disso, o clube vem passando por problemas de salários atrasados. Extremos, com os quais os alvirrubros terão que lidar em campo. "Trata-se de um adversário extremamente perigoso, que acaba de ser eliminado de uma competição como a Libertadores. Tem uma certa pressão do lado deles. É um time que precisa das vitórias e por isso vai sair para o jogo", analisou Lúcio.
Lúcio é solidário com os problemas salariais dos companheiros de Vasco. Como todo jogador, já passou por isso na carreira. "Ficamos tristes, porque todo trabalhador tem que receber o que foi acertado. Tenho amigos lá, como o Rodolfo, venho conversando com ele. Mesmo assim, isso não pode servir de motivação para a gente. Quando entra em campo, isso se apaga", afirmou o lateral.
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