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domingo, 5 de agosto de 2012

SPORT - TABU É PRA SER QUEBRADO


Sport com a missão de quebrar um tabu

Time rubro-negro nunca venceu o São Paulo no Morumbi. Foram 14 jogos e 14 derrotas

 JC Online

O Sport, não vai só em busca da reabilitação, mas também com a missão de quebrar um tabu histórico diante do São Paulo, neste domingo (5/8), 16h, no Morumbi, pela 14ª rodada da Série A. O time rubro-negro nunca venceu o tricolor paulista no seu estádio. São 14 jogos e 14 derrotas. A última no Brasileiro de 2009, quando foi goleado por 4x0.

A pressão é total em cima do time rubro-negro. O Leão não vence há quatro rodadas, com duas derrotas e dois empates. Além disso, soma 14 pontos, dois a mais em relação ao Bahia, 17º colocado, o primeiro da zona de rebaixamento.

Para tentar surpreender o tricolor, o técnico Vágner Mancini, mesmo não confirmando a escalação, deixou claro que vai investir tudo no esquema ofensivo. No coletivo-apronto, o treinador colocou Willians ao lado de Marquinhos Gabriel no meio de campo. Na frente, os atacantes Felipe Azevedo e Gilberto. Assim, escalou apenas dois volantes. Tobi e Rithely, que substitui Rivaldo, suspenso devido ao terceiro cartão amarelo.

Como pretende soltar o time, Mancini decidiu promover o retorno de Moacir à lateral direita no lugar de Cicinho. A escolha foi devido a melhor condição de marcação de Moacir, que diante do Atlético Goianiense atuou no meio de campo. Além disso, o técnico rubro-negro chegou a colocar o meia Hugo no lugar de Willians na segunda parte do coletivo da sexta-feira.

Outra mudança foi na zaga. Diego Ivo permanece ao lado de Aílson. Ele entrou no lugar de Bruno Aguiar, que fraturou o nariz, ainda no primeiro tempo contra o Atlético Goiniense.

"Tenho algumas dúvidas sobre a escalação, principalmente no meio de campo entre Hugo e Willians. Vamos analisar com mais cuidado antes de tomar uma decisão", explicou Mancini.

A respeito da decisão de montar um mais ofensivo diante do São Paulo, Mancini argumentou que precisa de mais velocidade, característica de Willians e Marquinhos Gabriel, além dos avançados Felipe Azevedo e Gilberto. Mesmo assim, a marcação tem que ser forte. "Atuar com dois meias e dois atacantes não significa que o time fica vulnerável. Ao contrário, todos tem que marcar. Mas também precisamos jogar. O São Paulo é um time forte na sua casa. Agora, não podemos ir com medo para o jogo."

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