É hora de juntar os cacos
Após fracassos na Copa do Nordeste e Pernambucano, Sport tem restante da Copa do Brasil e Série B pela frente
A queda foi grande. Ainda mais por ter sido pelo terceiro ano consecutivo ante o maior rival, o Santa Cruz. Ainda mais quando, neste domingo, foi-se comemorado o aniversário de 108 anos do Rubro-Negro. Mas, pelo menos ao que parece, o tombo não deve causar mudanças muito profundas na Ilha do Retiro. Sim, alguns jogadores vão deixar o clube. E outros vão chegar nos próximos dias – um centroavante e dois meias estão praticamente acertados. O cargo de treinador, no entanto, continua nas mãos de Sérgio Guedes que, agora, mais do que nunca, sonha em reforçar a equipe.
A saída de atletas, embora natural, deve ser o capítulo mais desgastante. E a decisão pode ser norteada em cima de alguns medalhões que têm oferecido pouco aos rubro-negros. Acendeu a luz amarela na renovação de contrato do lateral Cicinho, do volante Moacir e do meia Felipe Menezes. Todos têm o contrato perto do fim e dificilmente permanecerão no clube.
A derrota como a ocorrida no domingo, logo para os tricolores, pede algumas mudanças. E, além do futebol, o próprio Sérgio Guedes admitiu, no primeiro encontro dos rivais, no Arruda, que alguns jogadores experientes não tinham se portado como tal naquele embate.
Ainda assim, mesmo que tenha criticado pontualmente, a intenção do treinador rubro-negro não é promover uma revolução no grupo. Até pelo volume apresentado pelos leoninos, entende que nem tudo está errado. E com duas competições pela frente – Copa do Brasil, pela qual já perdeu o primeiro jogo para o ABC, por 2x0, em Natal, e Série B –, quanto menos se mexer na estrutura central, melhor.
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