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sexta-feira, 14 de junho de 2013

SPORT - FUTURO INCERTO

Números dizem que futuro do Leão na Série B é incerto

Nos últimos dez anos, foram sete participações no limbo do futebol nacional, muitas delas com inícios semelhantes e resultados dos mais diversos ao final do certame


O melhor é vencer a partida que vem pela frente. Mas, no caso do Sport, ter feito nove pontos em seis jogos, até a paralisação da Série B, não é motivo para se desesperar. É o que fala a história do Leão nos últimos dez anos de Segundona. Nesse tempo todo, foram sete participações no limbo do futebol nacional, muitas delas com inícios semelhantes e resultados dos mais diversos ao final do certame – de classificação à Série A à quase rebaixamento à Série C. Prestes a fazer a sua intertemporada, a partir do dia 19, em Gravatá e Chã Grande, o Leão entra no período de treinos na oitava posição. Poderia ser melhor, não fosse tão irregular, mas muita coisa vai rolar na competição.
O melhor início do Leão foi em 2006, época em que o clube fez uma parceria com o Atlético-PR, culminando com a chegada do zagueiro Durval, que não deve mais vir para o Sport, por questões pessoais. Nos seis primeiro jogos, o Sport somou 13 pontos e encerrou a Série B como vice-campeão. É a relação pontuação/resultado mais estável que se pode apontar. Começou bem, encerrou melhor ainda.
Um contraponto é 2010. O Leão não subiu. E foi a pior série da década. Para se ter uma ideia, nos seis primeiros embates, o Sport somou quatro pontos. Uma derrota foi emblemática. Se você reclama dos 2x1 para o Icasa, este ano, há três anos o Rubro-Negro perdeu na terceira rodada por 4x1 para o ASA, mas terminou a temporada em 6º.
Curioso é que em 2004 e 2005, o Sport fez oito pontos. Em 2011, apenas um a mais. A diferença no final é que chama atenção. Se em 2004 e 2005 o Sport por muito pouco não foi rebaixado à terceira divisão – ficou por uma posição em 2004 e por duas em 2005 –, em 2011 deu uma arrancada no final do campeonato, chegando na quarta posição, na vitória sobre o Vila Nova, por 1x0, debaixo de uma chuva que alagou quase todo o gramado do Serra Dourada.
Em 2003, o Sport também foi bem na arrancada, cravando 11 pontos. No fim, no entanto, não teve sorte. Foi terceiro colocado da Segundona, numa época em que só se classificavam dois para a elite nacional, vagas que ficaram para o Palmeiras, o campeão, e o Atlético-MG, o vice.
“Não trabalhamos com perspectivas de pontuação. Na realidade, o que a gente quer é crescer e ir fazendo os pontos. Não temos um planejamento de pontuação no decorrer das partidas”, comentou o técnico Marcelo Martelotte.

JC Online


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