Presidente do Náutico se diz surpreso com fim do colegiado, mas nega isolamento
Para Paulo Wanderley sondagem feita a Martelotte não é motivo para o fim do grupo
"Não houve contratação de técnico, não houve nada. Quando se contrata um jogador, uma pessoa primeiro sonda o atleta e depois traz o nome dentro do colegiado. É assim que funciona. Uma pessoa ligada ao colegiado (Alexandre Homem de Melo) consultou Martelotte e o nome iria ser avaliado, como sempre foi", afirmou Paulo Wanderley.
"Fui pego de supresa com essa decisão. Até porque há alguns dias um dos membros do colegiado havia sugerido que todos entregasse os cargos e quase foi execrado. Todos acharam um absurdo", revelou.
Segundo Paulo Wanderley, a sondagem feita a Martelotte, inclusive, não significa que Levi Gomes está com os dias contatos como técnico do time. Outro técnico procurado foi Waldemar Lemos. Porém, fez uma velha ressalva. "Ele depende dos resultados para se segurar como treinador. Mas ele é um funcionário do clube e tem que continuar fazendo o trabalho dele".
Por fim, apesar da oficialização do racha político, Paulo Wanderley disse não se sentir isolado no comando do clube. "Não me sinto isolado. O Náutico é muito grande. Estou aqui trabalhando e todos os departamentos do clube estão funcionando. O colegiado era importante, mas era apenas mais um braço do clube", finalizou.
Diario de Pernambuco
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