Técnico do Brasil resume humilhação diante da Alemanha a "apagão" no primeiro tempo
Scolari afirmou não ter se arrependido das opções escolhidas para o início da partida
Felipão assume culpa, mas não se diz arrependido
"A responsabilidade das escolhas são minhas. Os jogadores irão querer dividir o resultado catastrófico, em vão. Mas a escolha da parte tática e da forma de jogar foram minhas", pontuou Felipão. "Não tenho divida. Fiz meu trabalho como sempre faço. Há um ano e meio essa foi a nossa terceira derrota. Até o primeiro gol o jogo era idêntico aos outros. Éramos melhores que a Alemanha. Até eles marcarem o primeiro gol e depois fizeram quatro gols em seis minutos. Houve um descontrole, um apagão e deixamos muitos espaços. Não houve tempo de fazer nenhuma troca. Mas não estamos atrasados em termos de treinamento", analisou o técnico brasileiro.
Felipão também explicou que a escalação de Bernard foi uma forma de tentar confundir o técnico alemão Joachim Low. "Vocês (jornalistas) cobrem os treinos e passam informações para jornal, tv e adversario estuda. Queremos confundir. Falamos na coletiva que haviamos recebido informações e vídeos para utiliazr jogadas em profundidade em cima de jogador A ou B (da Alemanha) com um atleta de velocidade. E esse atleta era o Bernard", explicou. Por fim, o treinador acredito que deixa uma boa base para a próxima Copa, em 2018, na Rússia. "Dessa equipe que está ai, e 12 a 14 jogadores ficarão para o MUndial de 2018. Esse é o caminho a ser feito. A base da seleção da Alemanha, jogou a Copa de 2010. Essa derrota foi catastrófica, pior do mundo, mas temos que aprender com ela".
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