Sem zagueiro e capitão Durval, Sport tem grande queda de aproveitamento na temporada
Xerife rubro-negro tem feito muita falta quando não está à disposição
Aproveitamento rubro-negro cai de 65,6% para 27,3% sem o defensor
Sem seu capitão, que volta à equipe para o duelo contra o Atlético-PR, neste domingo, na Ilha do Retiro, o Leão tem sido uma equipe muito menos confiante e organizada. E tem sentido as consequências dessa dependência não só no setor defensivo, do qual Durval é o grande líder, mas também no ataque. As estatísticas comprovam o tamanho da lacuna deixada pelo defensor quando é poupado ou está suspenso.
Com Durval em campo, o Sport tem feito jus a todos os elogios recebidos desde que Eduardo Baptista assumiu o comando rubro-negro. Das 33 partidas em que o zagueiro esteve à disposição, o Leão venceu 20 e empatou cinco, com média de um gol sofrido a cada dois jogos e um aproveitamento de 65,6% dos pontos disputados.
Em outras dez ocasiões, o Rubro-negro não pôde contar com seu xerife. E nessas partidas, o desempenho do time foi muito aquém do potencial que o levou a conquistar dois títulos na temporada. Foram cinco derrotas, três empates e apenas duas vitórias, num aproveitamento de 27,3%. De superior, apenas a média de gols sofridos, que é de 1,20 por jogo - mais do que o dobro do índice das partidas em que o capitão atua, de 0,51.
Coincidência?
Uma curiosidade nessa análise de desempenho do Sport com e sem Durval é relativa ao número de gols marcados. Quando o zagueiro está em campo, o ataque rubro-negro costuma produzir mais: são 42 bolas nas redes adversárias, fazendo uma média de 1,27 gols por jogo. Já sem ele, o clube fez apenas 10 gols, resultando numa média de apenas 0,76 por partida.
Diario de Pernambuco

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