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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

NÁUTICO - DÚVIDA PARA O TORNEIO

Último a chegar ao Náutico, Fillipe Souto não sabe se joga torneio no MA

                           Fillipe Souto fez apenas 12 jogos em 2014, três como titular (Foto: Daniel Gomes)

Volante terá uma conversa com a comissão técnica para avaliar a possibilidade.
Foco inicial é fazer um bom período de treinos para atingir a melhor forma


Último a chegar - assim como o lateral-direito Bernardo - o volante Filipe Souto tem sete dias para se preparar fisicamente até o primeiro jogo do Timbu em 2015, contra o Vitória-BA, pela Supercopa do Maranhão, no dia 22 de janeiro, no Castelão. Apesar de deixar claro que quer estar no campeonato, o volante se mostrou preocupado em fazer uma boa pré-temporada. Antes de pisar no gramado para alguma partida oficial, ele quer ter uma conversa com a comissão técnica.
- Eu ainda não conversei com a comissão técnica, mas preciso de treinos pensando no futuro. É preciso avaliar o ano difícil que nós vamos ter em relação a calendário. Eu não quero ficar fora de nenhum jogo durante o ano. E para isso é necessário a consciência de que a pré-temporada é fundamental. Durante os treinamentos, quero me capacitar para estar bem. Tenho vontade de jogar esse campeonato no Maranhão, mas tenho que conversar com a comissão.

Os números recentes de Fillipe Soutto mostram o motivo da preocupação do volante. Em 2014, entre Atlético-MG e Joivnille-SC, seu último clube, Fillipe só atuou 12 vezes. Só três como titular. Para se ter uma ideia, em 2013, quando defendeu o Vasco, o volante atuou em 26 jogos, sendo titular em 22 oportunidades.
O meio-campista deixou claro que escolheu o Náutico por acreditar no projeto apresentado a ele pela diretoria e pelo técnico Moacir Júnior. Segundo o jogador, outros três clubes de Série A fizeram sondagen, mas a opção pelo Timbu prevaleceu.
- Os clubes que tiveram sondagens foram o Coritiba, a Chapecoense-SC, o Goiás e alguns que vão disputar a Série A1 do Campeonato Paulista. Mas nenhuma proposta foi tão desafiadora quanto a do Náutico. Ter a possibilidade de conquistar um acesso e ajudar um clube que é de expressão, e que está necessitado de conquistas foi o que mais me instigou a ter coragem e assumir a responsabilidade.


Globoesporte.com

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