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sábado, 7 de maio de 2016

CHEFE DE QUADRILHA

R$ 1 mi em propina: Pimentel chefia quadrilha, diz PF

Relatório final da operação Acrônimo afirma que governador de Minas usou um operador e empresas de fachadas para receber propina e ganhar viagens em troca de favores.


O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é acusado pela Polícia Federal de coordenar um esquema de lobby e ganhar R$ 1 milhão em propinas no período que chefiou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, durante o primeiro mandato do governo Dilma. Nesta sexta-feira (06/05), Pimentel foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República.
As acusações constam do primeiro relatório final da Polícia Federal na operação Acrônimo, produzido no dia 29 de abril. Nesse documento, a PF informa ao Superior Tribunal de Justiça que Pimentel usou seu cargo para dar benefícios fiscais à montadora Caoa (Hyundai) e, com isso, ganhou propina. Pimentel foi indiciado pela PF.
Pimentel também é investigado por tráfico de influência no BNDES, mas essa frente de investigação constará de outro relatório, ainda em fase de elaboração. Na operação Acrônimo, a PF fez o caminho do dinheiro e concluiu que Pimentel usava um operador para lavar dinheiro. Trata-se do empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené. Ele foi preso pela PF porque apresentou consultorias com claros indícios de fraude. Atualmente, ele negocia uma delação premiada.

ÉPOCA - Filipe Coutinho

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