Presidente do Santa Cruz revela problemas da Dryworld e pode desfazer acordo com empresa
Presidente do Santa Cruz espera que Dryworld cumpra acordo, mas pode procurar outras empresas
Alírio Moraes pode procurar outras empresas caso prazo de entrega e parte financeira não sejam cumpridas pela fornecedora de material esportivo
“Tomamos conhecimento que a empresa vive uma crise interna e inclusive foi suspenso o envio de recursos para o Brasil. O fato é que eles começaram a descumprir os acertos financeiros com os clubes e estão atrasando também a entrega de material. Nesse contexto, aguardamos o desfecho da questão para nos posicionarmos”, afirmou o presidente do Santa Cruz, Alírio Moraes.
O mandatário tricolor ainda deixou claro que pode fechar acordo com outra empresa caso a Dryworld não cumpra com os prazos estabelecidos. “Se a Dryworld não oferecer garantias quanto ao pagamento de valores e fornecimento de produtos na pontualidade exigida poderemos procurar outro fornecedor”, garantiu.
Na semana passada, em entrevista ao Superesportes, o gestor coral havia confirmado que o Tricolor teria uma reunião com representantes da empresa para finalizar os detalhes de lançamento das novas camisas. Porém, o encontro foi desmarcado, segundo o próprio Alírio Moraes, a pedido da Dryworld. Esperava-se um grande festa no Recife para cerca de mil pessoas. O mandatário tricolor ainda deixou claro que pode fechar acordo com outra empresa caso a Dryworld não cumpra com os prazos estabelecidos. “Se a Dryworld não oferecer garantias quanto ao pagamento de valores e fornecimento de produtos na pontualidade exigida poderemos procurar outro fornecedor”, garantiu.
No Brasil, a empresa fornece materiais esportivos para Goiás, Atlético Mineiro e Fluminense. Esse último, por exemplo, tem problemas de fornecimento com a empresa. Na partida diante do Sport, nessa quinta-feira, pela Copa do Brasil Sub-17, a equipe carioca ainda vestia os padrões cedidos pela Adidas - sua antiga fornecedora.
A Dryworld Industries nasceu em 2010, no Canadá. A origem da empresa se remete ex-jogadores de rugby Matt Weingart (escocês) e Brian McKenzie (canadense). Eles se lançaram no mercado com o objetivo de apresentar chuteiras que não absorvessem tanto a água dos campos encharcados. O negócio funcionou, e a empresa hoje está presente em pelo menos 15 países.
Diario de Pernambuco

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