Doriva admite rebaixamento do Santa Cruz é "praticamente irreversível" e fala em 2017
Doriva não respondeu se quer seguir no Arruda em 2017: "Conversar com a diretoria"
Técnico coral chegou à sua nona derrota consecutiva na competição nacional
“É começar a pensar já no próximo ano. A gente sabe que é muito difícil vivenciar o que está acontecendo”, disse. Questionado se havia jogado a toalha no Brasileirão, esquivou-se. Porém, já trata a permanência do Santa na elite, publicamente, com ares de inviabilidade. “Tem uma grande possibilidade (de cair). A gente não sabe o que vai acontecer, mas é uma situação praticamente irreversível. A gente tem que ser realista. Obviamente, a gente lamenta pelo nosso torcedor. O sonho de permanecer estava vivo, mas resultados não vieram. Tem que olhar para frente.”
Doriva afirma que não sabe se estará no comando do time neste futuro que aponta. Amargurado por mais um revés e por um reencontro hostil com a torcida da Ponte Preta (equipe que treinou em 2015 e trocou após uma proposta tentadora do São Paulo), preferiu não se alongar sobre o tema. “O meu contrato (com o Santa) é até dezembro. Minha ideia era fazer um segundo turno de recuperação. A gente tem que sentar, conversar com a diretoria e, com a cabeça mais fria…", falou. "Não é o melhor momento de falar sobre isso (renovação). Para mim, voltar aqui (no Moisés Lucarelli) foi difícil”, emendou
Má recepção em retorno ao Moisés Lucarelli
O técnico coral, embora admita que o retorno ao Moisés Lucarelli mexeu com ele, tenta contornar a má recepção da torcida da Macaca devido a sua ida repentina ao Morumbi no ano passado. “Torcedor é apaixonado. No momento que fiz a escolha de sair de Ponte para ir para o São Paulo, sabia que iria vivenciar esta situação. Entendo. Deixei a Ponte porque recebi convite de clube que me identificava muito e era uma grande oportunidade. O momento que tive aqui foi fabuloso e guardo isso com carinho.”
Diario de Pernambuco

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