Givanildo quer time do Náutico com posse de bola contra o Avaí: "Temos que arriscar"
"Podemos tocar a bola, girar, tocar, mas não podemos ficar sem ir para cima", disse Givanildo Oliveira
Comandante sabe da importância do duelo, mas trata resultado como definitivo
"O Avaí só pode ir para cima se tiver com a bola. Com a posse de bola, temos que arriscar. Podemos tocar a bola, girar, tocar, mas não podemos ficar sem ir para cima. Eles, que são os mandantes, vão ter que arriscar em algum momento também e vão se expor", lembrou.
Considerada como a principal decisão do Náutico nesta temporada, o duelo contra os catarinenses é a última chance da equipe depender apenas das suas forças na Série B. Por outro lado, Givanildo também sabe que um empate não é algo fora do comum para o Avaí. O resultado ainda mantém os catarinenses no G4 e sem necessidade de torcer por ninguém.
"Claro que por jogar em casa o pensamento deles é de vitória, mas com um empate eles ainda têm chances. Sabemos que é um jogo decisivo, não é definitivo porque ainda têm dois jogos até o final da competição", analisou o treinador.
Sem preocupação com treino fechado
Desde que chegou ao Náutico, Givanildo ainda não fez nenhum treino fechado. Em momento algum se preocupou evitar que as câmeras acompanhassem o treinamento. Algo que ele justificou por não acreditar que há necessidade de esconder nada. "Já fechei treino, mas depende do momento. Tem gente que sempre entrega. Fechei porque alguém iria olhar o que eu estava fazendo. Aqui ainda não achei necessário. Essa parte não descarto porque faz parte do futebol."
Diario de Pernambuco

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