Apresentado, Dudu fala sobre parceria com técnico do Náutico e busca de desafio
"Dado me falou que existe essa sede de títulos e eu também tenho essa sede", afirmou o meia-atacante
Meia já trabalhou com técnico no Coritiba e quer repetir desempenho
“Quando o Dado entrou em contato comigo e com meu empresário, topei e comprei a ideia. Até pela tradição e força do Náutico. Vi como uma oportunidade de retomar minha confiança. Ele me ligou e ainda tinha dez dias de férias e perguntou se eu queria vir. Perguntou se eu tinha interesse. Ele me falou que existe essa sede de títulos e eu também tenho essa sede. Então, juntou tudo. A vida é um desafio e ela é isso em todos os sentidos. É uma frase que me marcou e a cada desafio procuro fazer o meu melhor”, contou o meia-atacante, que tem uma tatuagem com o dizer "a vida é um desafio" no braço.
A relação com o treinador é antiga. Vem da época do Coritiba, onde o técnico conheceu Dudu. Buscando novo rumo na carreira após não ir bem no Fluminense, o atleta viu com bons olhos o reencontro. O tempo poderia ter mudado algo, mas, segundo o jogador, nada foi alterado no técnico e na sua equipe técnica.
“Ele não mudou nada. Ele é brincalhão e já conhecia ele, o Hilton e o Fred. Continuam sendo feios (risos). Mas temos uma relação muito bacana. Tenho certeza que faremos uma grande família e conseguiremos nossos objetivos”, comentou.
Nesta quinta-feira, no primeiro coletivo do Náutico, Dudu começou entre os titulares. Ainda é cedo para dizer que ele está garantido entre os titulares, mas com certeza há uma confiança entre o técnico e o jogador. E pelo visto no treino, ele repetirá uma função que já fez sob o comando de Dado. “Sou meia de criação e sei jogar pela ponta, algo que já fiz no Coritiba. Consegui marcar gols e jogar bem. Tenho uma boa relação com o Dado e sei que faremos um bom trabalho aqui no Náutico”.
Conversa individual com todos
Repetir uma função que já foi feita ao lado de Dado poderia facilitar a sua escolha, mas Dudu revelou que o técnico tem sido minucioso nas suas escolhas. Na última semana o treinador conversou com todos os jogadores do ataque para entender como poderia montar a equipe.
“Semana passada ele chamou um por um na sala para saber como cada um se sente melhor para jogar. Ele pode falar algumas vezes para o cara se portar ali, mas ele quer escutar o que cada um quer para ter o melhor resultado possível”.
Diario de Pernambuco

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