LULA ESPERNEIA, JURA 'INOCÊNCIA', MAS DECIDE SE ENTREGAR À POLÍCIA
O EX-PRESIDENTE CHAMOU DE MENTIROSOS OS PROCURADORES QUE O ACUSARAM E OS MAGISTRADOS QUE O JULGARAM. (FOTO: REPRODUÇÃO DA TV)
EM MISSA-COMÍCIO, ELE ATACOU A IMPRENSA, O MPF E A JUSTIÇA
Após desafiar a Justiça durante vários dias, ele negociou se entregar tão logo acabasse a "missa em homenagem à memória da falecida ex-primeira dama Marisa Letícia" que se transformou em uma espécie de "missa de corpo presente" para ele próprio, em mais um ato político-eleitoral.
A ordem de prisão foi expedida pelo juiz Sérgio Moro em cumprimento a determinação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que considerou exaurida a tramitação do processo na segunda instância e por isso o condenado deveria iniciar imediatamente o cumprimento de sua pena de 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado. A ordem do TRF-4 foi endereçada a Moro por ser ele o juiz originário do caso.
Quando a PF fez gestões para que o ex-presidente se entregasse, ficou acertado que ele o faria após a misa marcada para homenagear os 68 anos da falecida ex-primeira-dama. Na verdade, era mais um ato político-eleitoral usado pelo PT e por Lula para tentar partido do cumprimento de um mandado de prisão. Com o Brasil na plenitude democrática, curiosamente Lula e o PT alegam que os processos a que respondem são "políticos" quando na verdade não passam de ações criminais.

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