Estelionatária que se passava por produtora de Anitta e Safadão é presa no Recife
Jaty do Rego Barros, suspeita de estelionatoFoto: Reprodução
Jaty do Rego Barros é suspeita de vários golpes aplicados em várias cidades de Pernambuco e outras cidades
Apesar de ter sido presa e condenada a dez anos de prisão em regime fechado, Jaty foi liberada há cerca de dois anos e voltou a cometer os mesmos crimes. Denúncias de pessoas que foram lesadas resultaram na criação de um grupo no WhatsApp chamado "Os Vingadores de Jaty", criado pelo contador e morador de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, Diógenes Rodrigues. O grupo reúne várias pessoas prejudicadas pela suspeita.
"Conheci Jaty em um hotel no Recife em 2015. Trocamos contatos e nos encontramos depois em Gravatá [também no Agreste] e ela pediu meu cartão de crédito emprestado. Quando pagou, ela fez um depósito em um envelope vazio. Depois disso, fui procurar o nome dela na internet e vi um monte de coisa contra ela", relatou Diógenes. Outros golpes aplicados pela suspeita - que costumava praticá-los em várias cidades de Pernambuco e até em outros estados - eram venda de jantar com cantores famosos, empréstimos e até venda de iPhones.
Um dos golpes mais recentes de Jaty foi a um cabeleiro do bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Ela se ofereceu como sócia do estabelecimento e deu um prejuízo de R$ 70 mil. "Ela fez o proprietário demitir todos os funcionários para comprar várias coisas, pegou empréstimo e depois sumiu", acrescentou Diógenes.
A suspeita foi levada à Colônia Penal Feminina Bom Pastor, na Iputinga, na Zona Oeste do Recife. As investigações sobre os crimes supostamente cometidos por Jaty seguem sob a responsabilidade do delegado Alfredo Jorge, titular da Delegacia de Boa Viagem.
FolhaPE

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