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quinta-feira, 22 de maio de 2025

NÁUTICO - EVOLUÇÃO DO TIME

Auxiliar do Náutico vê evolução no trabalho após "pressão interna absurda"

Elenco do Náutico aplaude torcida nos Aflitos - Foto: Gabriel França/CNC

De acordo com Guilherme dos Anjos, trabalho tem gerado resultados positivos dentro do elenco



Desde que chegou ao Náutico, no mês passado, Hélio dos Anjos comandou a equipe em sete partidas e tem conseguido dar sua cara ao time. Diante do São Paulo, na última terça-feira (20), apesar da eliminação nos Aflitos, o elenco deixou o gramado aplaudido pelos mais de 16 mil alvirrubros que compareceram ao confronto e que se mostraram otimistas pela ascensão do clube na Série C. 

Segundo o auxiliar técnico do clube, Guilherme dos Anjos, com quase 40 dias de trabalho, a performance apresentada pelo grupo já era a esperada pela comissão técnica, tomando como base a passagem de Hélio e companhia por outros times anteriormente.

"Temos um pouco de conhecimento do tempo que leva para desenvolver esse processo, até didático, inclusive. Geralmente demora 40 dias. O único clube que demoramos três meses para entrar no eixo, podemos dizer assim, foi a Ponte Preta. Normalmente, são 40 dias, e se formos olhar, estamos praticamente com 40 dias de trabalho", pontuou Guilherme dos Anjos.

"O mérito é todo dos atletas, porque sofreram uma pressão muito grande nossa. A pressão interna foi absurda, mas está gerando algo muito positivo, de lidar com algumas circunstâncias como lidaram hoje (contra o São Paulo) de uma dificuldade grande, mas com personalidade absurda", seguiu. 

De acordo com o filho do treinador, apesar de alguns tropeços desde o retorno de Hélio ao clube, a ideia é seguir apostando na fórmula ofensiva de buscar os resultados. Tal postura foi vista diante do próprio São Paulo, na terça-feira. 

"A gente vem com um padrão de trabalho, característica de dia a dia, inclusive de jogo também, que a gente vem estruturando equipes com uma forma de jogar bem parecida, querendo ficar o mais tempo possível no campo do adversário. É um dos principais padrões, com pressão pós-perda, sem deixar ele (adversário) respirar, fazer ele baixar a linha com a quantidade de vezes que você agride", explicou Guilherme.

Desde que Hélio e sua comissão assumiram o Náutico, o Timbu soma três derrotas, duas vitórias e dois empates. Neste sábado (24), o Alvirrubro volta as atenções para a disputa da Série C. Às 17h, recebe a líder Ponte Preta, nos Aflitos, pela sétima rodada. Os pernambucanos ocupam o 10º lugar, com oito pontos.

Por Yuri Teixeira

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