Dilema estratégico no Santa Cruz
Desempenho do time no segundo tempo contra o Treze aumenta o mistério sobre a escalação do Tricolor
Diario de Pernambuco
O péssimo desempenho tricolor durante o primeiro tempo do jogo em Campina Grande não correspondeu à epectativa gerada durante a semana passada. A opção de Zé Teodoro de realizar dois treinos com os portões fechados alimentou a possibilidade de que o Santa Cruz pudesse surpreender o Treze-PB com uma proposta ousada. Mas foi com uma modificação decidida durante o intervalo que a equipe pernambucana construiu um grande resultado fora de casa. Agora, é saber qual será a estratégia do comandante coral para o confronto decisivo.
As opções não são poucas. Para começar, é importante ressaltar que pelo regulamento, os tricolores começam o jogo “classificados”. Afinal de contas, além de uma vitória, empates em 0 a 0, 1 a 1 e 2 a 2 também garantem o time do Arruda na Série C do próximo ano. É natural então que o Galo da Borborema se lance ao ataque na tentativa de reverter a vantagem. Resta então saber como o sistema defensivo tricolor reagirá após uma de suas piores exibições nesta temporada.
A marcação - como um todo - e o entrosamento de seus zagueiros foram apontados como os pilares da exitosa campanha do time no Pernambucano. Além disso, até o primeiro encontro com o Treze, Tiago Cardoso, titular nas outras dez partidas que os tricolores disputaram nesta Série D, havia sofrido somente seis gols. Porém, no Amigão, estas virtudes pareciam nunca ter pertencido àquele time.
Muito da culpa foi colocada na conta do zagueiro Éverton Sena. Como nos jogos contra São Paulo (Copa do Brasil) e Sport (nas finais do Estadual), o prata da casa havia sido incubido da tarefa de anular o destaque adversário. No caso do Treze, o inquieto Cléo. Mas, se parou Lucas, uma das principais esperanças da Seleção Brasileira, e o experiente Marcelinho Paraíba, Sena teve um aproveitamento desastroso na disputa com o baixinho autor das três assistências que renderam os gols adversários.
Ao que parece, foi em nome do bem-estar do elenco que o técnico Zé Teodoro minimizou o desempenho do carrapato do Arruda. Porém, não é possível descartar a participação de Sena no confronto decisivo. Ainda que a reação em Campina Grande tenha vindo depois da mudança para o 4-4-2, o esquema com três zagueiros não está descartado. Afinal de contas, Marcelo Vilar, treinador do Treze, tentará armar sua equipe de maneira a explorar possíveis espaços na zaga coral.
As opções não são poucas. Para começar, é importante ressaltar que pelo regulamento, os tricolores começam o jogo “classificados”. Afinal de contas, além de uma vitória, empates em 0 a 0, 1 a 1 e 2 a 2 também garantem o time do Arruda na Série C do próximo ano. É natural então que o Galo da Borborema se lance ao ataque na tentativa de reverter a vantagem. Resta então saber como o sistema defensivo tricolor reagirá após uma de suas piores exibições nesta temporada.
A marcação - como um todo - e o entrosamento de seus zagueiros foram apontados como os pilares da exitosa campanha do time no Pernambucano. Além disso, até o primeiro encontro com o Treze, Tiago Cardoso, titular nas outras dez partidas que os tricolores disputaram nesta Série D, havia sofrido somente seis gols. Porém, no Amigão, estas virtudes pareciam nunca ter pertencido àquele time.
Muito da culpa foi colocada na conta do zagueiro Éverton Sena. Como nos jogos contra São Paulo (Copa do Brasil) e Sport (nas finais do Estadual), o prata da casa havia sido incubido da tarefa de anular o destaque adversário. No caso do Treze, o inquieto Cléo. Mas, se parou Lucas, uma das principais esperanças da Seleção Brasileira, e o experiente Marcelinho Paraíba, Sena teve um aproveitamento desastroso na disputa com o baixinho autor das três assistências que renderam os gols adversários.
Ao que parece, foi em nome do bem-estar do elenco que o técnico Zé Teodoro minimizou o desempenho do carrapato do Arruda. Porém, não é possível descartar a participação de Sena no confronto decisivo. Ainda que a reação em Campina Grande tenha vindo depois da mudança para o 4-4-2, o esquema com três zagueiros não está descartado. Afinal de contas, Marcelo Vilar, treinador do Treze, tentará armar sua equipe de maneira a explorar possíveis espaços na zaga coral.
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