ARENA PERNAMBUCO
Trabalhadores da Arena Pernambuco voltam ao trabalho, mas novas denúncias surgem
Diario de Pernambuco
Nesta segunda-feira pela manhã, os operários da Arena Pernambuco voltaram ao trabalho. Nem por isso, no entanto, os problemas na obra chegaram ao fim. A mais nova denúncia é que uma demissão em massa teria acontecido, com cerca de 200 trabalhadores sendo demitidos. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Terraplanagem em Geral (Sintepav-PE) não confirmou oficialmente a informação, que ainda está sendo apurada. Já o consórcio Odebrecht, através da assessoria de imprensa, nega qualquer demissão.
Diversos relatos de trabalhadores alegando terem sido demitidos chegaram nesta segunda ao assessor do Sintepav-PE, Leodelson Bastos. Ele revelou que durante o dia recebeu várias ligações. O motivo seria justamente a greve, que foi deflagrada na terça-feira da semana passada. "Amanhã (terça) vamos investigar melhor isso para termos um posicionamento. O que tivemos até agora foram apenas relatos de trabalhadores. Se isso realmente aconteceu, vamos entrar com uma ação coletiva, pois está caracterizada a perseguição", afirmou.
Na manhã desta segunda, o julgamento Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre a questão da greve foi adiado a pedido do Ministério Público (MP). A Odebrecht alegou a ilegalidade da paralisação e por isso quer descontar os dias em que os trabalhares ficaram parados. O MP pediu que a empresa revisse decisão e o posicionamento final deve sair em até cinco dias. A nova data do julgamento não foi marcada, pois existe a possibilidade de a questão entre operários e empreiteira seja resolvida num acordo entre os sindicatos das categorias.
Diversos relatos de trabalhadores alegando terem sido demitidos chegaram nesta segunda ao assessor do Sintepav-PE, Leodelson Bastos. Ele revelou que durante o dia recebeu várias ligações. O motivo seria justamente a greve, que foi deflagrada na terça-feira da semana passada. "Amanhã (terça) vamos investigar melhor isso para termos um posicionamento. O que tivemos até agora foram apenas relatos de trabalhadores. Se isso realmente aconteceu, vamos entrar com uma ação coletiva, pois está caracterizada a perseguição", afirmou.
Na manhã desta segunda, o julgamento Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre a questão da greve foi adiado a pedido do Ministério Público (MP). A Odebrecht alegou a ilegalidade da paralisação e por isso quer descontar os dias em que os trabalhares ficaram parados. O MP pediu que a empresa revisse decisão e o posicionamento final deve sair em até cinco dias. A nova data do julgamento não foi marcada, pois existe a possibilidade de a questão entre operários e empreiteira seja resolvida num acordo entre os sindicatos das categorias.
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