SANTA CRUZ
Leandro Souza passará por cirurgia no ombro depois da Série D
O zagueiro Leandro Souza vem sofrendo com uma lesão complicada para um jogador de futebol. Ela se chama escápulo umeral e significa o deslocamento do ombro com um esbarrão ou pancada. No jogo contra o Cuiabá, domingo, ele voltou a viver o drama que é ver o ombro esquerdo deslocar. Teve que deixar o gramado, com fortes dores, comuns na contusão. Foi a segunda vez no ano que isso aconteceu.
A solução para a lesão é uma só: cirurgia. Como o tempo de recuperação médio para o procedimento é de 60 dias, o departamento médico do Santa Cruz decidiu que a intervenção só será feita após o fim da Série D. “Dá para ele jogar normalmente, como vem jogando. Mas qualquer movimento brusco ou esbarrão, existe o risco do ombro sair do lugar novamente, afinal, futebol é esporte de contato”, explicou o médico Gilson Rezende.
Leandro Souza já está recuperado do último deslocamento do ombro. Pronto para encarar os dois últimos jogos do Santa Cruz na temporada. Depois disso, é certa a cirurgia. “O ideal é realizar o procedimento nas férias, pois demora cerca de 60 dias para a recuperação. Agora ele já está bem, mas na hora em que o ombro desloca a dor é grande, e depois ainda fica uma pequena luxação”, disse Gilson Rezende.
A solução para a lesão é uma só: cirurgia. Como o tempo de recuperação médio para o procedimento é de 60 dias, o departamento médico do Santa Cruz decidiu que a intervenção só será feita após o fim da Série D. “Dá para ele jogar normalmente, como vem jogando. Mas qualquer movimento brusco ou esbarrão, existe o risco do ombro sair do lugar novamente, afinal, futebol é esporte de contato”, explicou o médico Gilson Rezende.
Leandro Souza já está recuperado do último deslocamento do ombro. Pronto para encarar os dois últimos jogos do Santa Cruz na temporada. Depois disso, é certa a cirurgia. “O ideal é realizar o procedimento nas férias, pois demora cerca de 60 dias para a recuperação. Agora ele já está bem, mas na hora em que o ombro desloca a dor é grande, e depois ainda fica uma pequena luxação”, disse Gilson Rezende.
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