Jogadores do Santa Cruz sem falar muito
Atletas não querem dar pistas sobre a escalação
Como era de se esperar, os jogadores do Santa Cruz têm evitado falar sobre o assunto “escalação” para fugir de qualquer deslize que forneça alguma pista sobre a formação tricolor para a final contra o Tupi. Alguns atletas até falaram sobre suas preferências, enquanto a maioria se esquivava da pergunta. Em comum nos discursos, a garantia de que, independentemente da estratégia, não faltará empenho durante a decisão.
Garantido na lateral direita, Eduardo Arroz não negou ter gostado mais da equipe com uma postura ofensiva. “Na minha opinião o 4-4-2 é melhor. Como tenho características mais ofensivas, acabo tendo mais espaço, porque os adversários têm mais preocupações”, explicou. “Mas não podemos esquecer que o Santa jogou no 3-5-2 durante a maior parte da temporada e alcançou grandes resultados”, acrescentou.
Um dos mais experientes do grupo, o meia Weslley preferiu destacar a importância do empenho de cada jogador. “Temos que pensar da mesma maneira do nosso chefe. Não importa se terá marcação individual, três atacantes ou três zagueiros. Temos que buscar o título a qualquer custo para fecharmos o ano com chave de ouro.”
Garantido na lateral direita, Eduardo Arroz não negou ter gostado mais da equipe com uma postura ofensiva. “Na minha opinião o 4-4-2 é melhor. Como tenho características mais ofensivas, acabo tendo mais espaço, porque os adversários têm mais preocupações”, explicou. “Mas não podemos esquecer que o Santa jogou no 3-5-2 durante a maior parte da temporada e alcançou grandes resultados”, acrescentou.
Um dos mais experientes do grupo, o meia Weslley preferiu destacar a importância do empenho de cada jogador. “Temos que pensar da mesma maneira do nosso chefe. Não importa se terá marcação individual, três atacantes ou três zagueiros. Temos que buscar o título a qualquer custo para fecharmos o ano com chave de ouro.”
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