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Sport deslancha no segundo tempo e goleia o Boa Esporte por 4 a 1 na Ilha
Jogo - O público não foi dos melhoes, mas o trânsito intenso no horário (19h30) fez com que o duelo começasse com a arquibancada às moscas. E muita gente que chegou depois não viu o primeiro gol da partida. Do Boa, diga-se. Com míseros dois minutos, o time mineiro chegou em velocidade pelo lado direito, através de Moisés, numa falha de Tobi. Ele cruzou com força e Jheimey subiu livre para marcar.
Depois, ainda mais nervoso, o Sport se lançou ao ataque, completamente afobado. A primeira grande oportunidade surgiu aos dez minutos, quando Willians foi lançado por Marcelinho Paraíba e ficou cara a cara com o goleiro Luiz Henrique. A finalização, contudo, foi muito fracamais. Mas uma desperdiçada pelo atacante em uma duradoura má fase.
O Sport, então, passou a insistir na troca rápida de passes e foi criando chances. A zaga mineira ia tirando de todo jeito, com seguidos escanteios para o Leão. Aos 16 minutos, o goleiro Luiz Henrique reescreveu a história do jogo. Num contragolpe, o Sport quase empatou, mas o camisa 1 do Boa saiu bem. No rebote, Roberson bateu de longe e goleiro, fora da área, defendeu com as mãos. Recebeu o cartão vermelho.
Na cobrança da falta, após quatro minutos de paralisação, Marcelinho bateu muito forte, mas o novo goleiro, Luiz Fernando, fez ótima defesa. Aos 26 minutos, o técnico Mazola fez a primeira mudança no Rubro-negro, mudando a estrutura da equipe, aumentando o poder ofensivo. Sacou o volante Rithely para a entrada do atacante Júnior Viçosa. O elevado número de atacantes não resultou em qualidade. No entanto, a "falsa" pressão continuou durante todo o primeiro tempo, mas a quantidade de passes errados do time da Ilha inviabilizou a concretização das jogadas.
Na volta do intervalo, sob aplausos - num último crédito dado pela torcida -, o Sport voltou com Maylson no lugar de Moacir, com o objetivo de dar mais consistência ao meio-campo. Malston, por sinal, foi protagonista de dois lances incríveis, com a bola raspando a trave nas duas situações. Primeiro com um rebote aos três minutos e depois com uma cabeçada no lance seguinte. Lances que deixaram a torcida ainda mais impaciente.
O ânimo da massa começou a melhorar aos 13 minutos, quando Hamilton arriscou de muito longe e o goleiro Luiz Fernando levou um "frangaço". Empate para aumentar de vez a pressão. Logo depois, Saci também tentou de fora da área. A bola passou longe, mas em vez de irritação na arquibancada, apoio.
Com o estádio completamente a favor, o vira-vira no placar saiu rapidinho, aos 17. Em mais uma das muitas bolas levantadas na área, Júnior Viçosa se livrou da marcação e cabeceou bem para as redes. Pelo alto, o terceiro gol, oito minutos depois. No lado oposto, Saci cruzou e Roberson também testou bem, fazendo 3 x 1. No finzinho, aos 42, Júniro Viçosa fez boa jogada individual e bateu no cantinho, decretando a goleada. Após duas derrotas seguidas, enfim uma alegria.
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